Archive for Fevereiro 2014

Trailer de Half Bad – Entre o Bem e o Mal

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Half Bad – Entre o Bem e o Mal

Para mais informações consulte o site da Editorial Presença aqui.

Na Inglaterra dos nossos dias, bruxos e humanos vivem aparentemente integrados. Na realidade, os bruxos têm a sua própria sociedade secreta, as suas regras e a sua guerra, que divide os Bruxos Brancos, considerados «bons», e os Bruxos Negros, odiados e perseguidos pelos Brancos.

O herói, Nathan, é filho de uma Bruxa Branca e de um Bruxo Negro e, portanto, considerado perigoso. Nathan é constantemente vigiado pelo Conselho dos Bruxos Brancos desde que nasceu e aos 16 anos é encarcerado e treinado para matar. Mas Nathan sabe que tem de fugir antes de completar 17 anos e a sua determinação é inabalável.

Este é o romance de estreia de Sally Green e o primeiro volume de uma nova trilogia do género fantástico.


 

Sally Green vive no Noroeste de Inglaterra. Teve vários empregos, mas acabou por conseguir dedicar-se a tempo inteiro a escrever as histórias que, até então, só se passavam na sua imaginação.

Gosta de ler, passear pelo campo e adora café. Half Bad – Entre o Bem e o Mal é o seu primeiro romance. Este livro tem despertado tanto interesse que, ainda antes da sua publicação, já conta com direitos de tradução vendidos para 42 países. Os direitos cinematográficos foram adquiridos pela Fox 2000.

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BookBraggies #4

 
Legenda: Tensão a dobrar ...


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Opinião: Pede-me o que quiseres, agora e sempre


  

Após provocar o seu despedimento na empresa Müller, Judith está disposta a afastar-se para sempre de Eric Zimmerman, e para isso decide refugiar-se na casa do pai em Jerez.

Angustiado pela partida, Eric segue-lhe o rasto. O desejo continua latente entre ambos e as fantasias sexuais estão mais vivas do que nunca, mas desta vez é Judith quem impõe as condições, que ele aceita em nome do amor que professa.

Tudo parece voltar à normalidade, até que um telefonema inesperado os obriga a interromper a reconciliação e a deslocarem-se a Munique.

Longe do seu ambiente, numa cidade hostil e com o aparecimento do sobrinho de Eric, um contratempo com o qual não contava, a jovem terá de decidir se lhe deve dar uma nova oportunidade ou, pelo contrário, começar um novo futuro sem ele.
 


 



Este livro arrebatou-me, para mim um dos melhores livros do género Erótico.

Apresenta uma história, um enredo que cativa o leitor, além da sensualidade e entrega conta também com bastante conflito, com avanços e recuos que faz o leitor torcer para que termine bem.


O foco do livro não é só o sexo, tem substância, e para mim aqui estão detalhes que fazem toda a diferença e o colocam num nível superior.

Megan Maxwell brilha outra vez. Temi que este livro fica-se na sombra do primeiro, mas asseguro que este livro tem vida e personalidade própria, vincada e muita sensualidade, ou seja, tem luz própria.

Judith é uma personagem que já me tinha cativado no livro anterior:

«uma personagem feminina verosímil, com uma personalidade forte, uma pessoa que irradia personalidade vincada, com os seus defeitos e virtudes consistentes, com o seu génio apaixonante e tão bem construído. É para mim o elemento que se destaca, a tempestividade comportamental, a entrega e o dramatismo que envolvem esta personagem desarmou-me.»

Mas agora apresenta-se ainda mais segura de si, e "joga" um jogo onde já não é uma iniciada... o seu temperamento continua bem vincado ao longo da história toda. A autora teve o cuidado de mantendo-se fiel à construção original de nos apresentar uma evolução real neste livro. 

A escrita é sedutora, expressiva e fotográfica.

O que nos poderá oferecer o próximo livro? Estou curioso, as expectativas estão muito elevadas ..

Parabéns mais uma vez Planeta, pela aposta.


Opinião do livro anterior:
Opinião: Pede-me o que quiseres

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O olhar de Sophie



«Se o romance anterior foi muitíssimo elogiado pelo prestigiado The New York Times, desta nova obra jornais como o Washington Post e o USA Today destacam a qualidade do enredo e das personagens»



Somme, 1916. Sophie vive numa vila ocupada pelo Exército alemão, tentando sobreviver às privações e brutalidade impostas pelo invasor, enquanto aguarda notícias do marido, Édouard Lefèvre, um pintor impressionista, que se encontra a lutar na Frente. 

Quando o comandante alemão vê o retrato de Sophie pintado por Édouard, nasce uma perigosa obsessão que leva Sophie a arriscar tudo – a família, a reputação e a vida. Quase um século depois, o retrato de Sophie encontra-se pendurado numa parede da casa de Liv Halston, em Londres. Entretanto, Liv conhece o homem que a faz recuperar a vontade de viver, após anos de profundo luto pela morte prematura do marido. 

Mas não tardará que Liv sofra uma nova desilusão - o quadro que possui é agora reclamado pelos herdeiros e Paul, o homem por quem se apaixonou, está encarregado de investigar o seu paradeiro… Até onde estará disposta Liv a ir para salvar este quadro? Será o retrato de Sophie assim tão importante que justifique perder tudo de novo?


 





Jojo Moyes nasceu em 1969 e cresceu em Londres. Estudou Jornalismo e foi correspondente do jornal The Independent até 2002, quando publicou o seu primeiro romance, Retrato de Família, e resolveu dedicarse à escrita a tempo inteiro. 

Foi uma das poucas autoras a ganhar por duas vezes o prémio Romantic Novel of the Year, primeiro com Foreign Fruit (2003) e com A Última Carta de Amor (2010).

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The Killing II





A série The Killing, criada por Søren Sveistrup e produzida pela DR – Danish Broadcasting Corporation –, recebeu prémios prestigiosos por toda a Europa, incluindo um BAFTA para a melhor produção europeia no Festival de Televisão de Monte Carlo e numerosas nomeações para os Emmy.

Foi um enorme sucesso nos países onde foi exibida e tornou-se um fenómeno de culto.

Este livro corresponde à segunda temporada da série televisiva e o enredo prende-se com uma missão de tropas Dinamarquesas no Afeganistão, um tema muito atual.

 

David Hewson é um conhecido autor de livros policiais, nomeadamente de dez volumes da série protagonizada pelo detetive Nic Costa, atualmente a ser adaptada para televisão, e cuja ação decorre principalmente em Roma. Escreveu policiais passados em Sevilha, Estados Unidos e Veneza, mas mais importante foi ter convertido para livro a série televisiva dinamarquesa The Killing o que o levou a viver durante algum tempo em Copenhaga a pesquisar e a escrever.

Trabalhou como jornalista para o SundayTimes, The Times e The Independent.

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Resultado Passatempo: Quando a tua ira passar


O blog Livro e Marcadores e a Editora Planeta agradecem as 305 participações. 

O(a) vencedor(a) foi:




 

66 - André Daniel Cerejo da Silva - Paredes







Parabéns
A equipa do "Livros e Marcadores"

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Como fazer um expresso (café) perfeito


 

 Este será o primeiro de muitos posts sobre o café. Uma vez que tenciono falar sobre vários tipos de “cafés”, vamos optar pela designação de “expresso[1]” para tratar o "cafezinho" ou a famosa "bica" ou ainda "cimbalino".

Existem pequenos cuidados, na altura de preparar um expresso, que podem e vão fazer toda a diferença no resultado final. 

Li algures que um café toda e qualquer pessoa é capaz de fazer, mas fazer um bom café … 

·         Café
o   (qualidade) obviamente o ideal é ter o “melhor” dos cafés, que foi recentemente torrado e moído exactamente antes de o utilizar,  aproveitando ao máximo as suas características naturais (aroma, corpo, acidez).
 
o   (preservação) Deve estar devidamente acondicionado/guardado (brevemente publicaremos um post com informação de como preservar o seu café de forma a preservar as suas características). Nota: Não guardar no frigorifico.

Existem vários tipos de café de acordo com o gosto da pessoa, assunto que brevemente também aprofundaremos dando a conhecer variadíssimos tipos de café.

o   (Quantidade) Para cada expresso são necessárias 7 a 7,5 gramas, normalmente as colheres de dosagem que acompanham a máquina já estão preparadas para obter essa qualidade.
 
·         Água
o   (Qualidade) A água é aproximadamente 90% do produto final, pelo que a sua importância é vital no resultado final. Dai que a importância da qualidade da água utilizada (eu utilizo água engarrafada). É importante que seja pura (depurada) e não aporte sabores ou odores estranos à bebida. A quantidade preconizada para tirar um expresso seriam aproximadamente 30 ml por chávena.
 
o   (Temperatura) A água não deve ser fervida (a água encontra o ponto de ebulição aos 100º - ferve a essa temperatura). Assim a água deve atingir a temperatura entre os 92º e os 96º graus – a máquina encarrega-se disso.

Nas máquinas de expresso, convém ligar a máquina um pouco antes para a água atingir naturalmente a temperatura ideal.

·         Chávena – Não escaldem a chávena, a chávena deve ter o fundo interior côncavo de forma a proporcionar maior quantidade de “creme” (base castanha clara que se apresenta sobre o expresso).
 Depois é só saborear, com açúcar, sem açúcar para os mais puristas e que pretendem um sabor mais “genuíno”.  É ao gosto de cada um.

Não me faz sentido não tirar o melhor partido possível de um produto que nos acompanha diariamente com a introdução de pequenos cuidados que facilmente interiorizamos.

Espero ter contribuído para que possa apreciar um bom expresso, ampliando o prazer de uma das mais ricas das experiências. Publicaremos mais posts relacionados com café brevemente.

Inclusivé convidaremos a que se juntem ao blog nesta descoberta e descubram connosco novos sabores, falaremos sobre um café especifico e trocaremos impressões sobre o seu sabor e caracteristicas com quem decidir acompanhar e degustar o café referido pelo blog.

Apesar da pesquisa que efectuamos, pedimos a cooperação da Academia do Café, que gentilmente nos conduz e nos ajuda a não cairmos em erros crassos. Desde já o nosso obrigado.

Apoio:
http://www.academiadocafe.pt/


Academia do Café tem por objectivo «contribuir para a promoção do consumo de café de qualidade. Porque o café não é meramente uma bebida que tomamos na pausa do trabalho, ou a forma como terminamos uma refeição, é antes o que nos fica desses momentos, o que levamos no paladar.», além de dar formação e prestar serviços de consultadoria na área do Café.

Visitem a página da Academia do Café.
 


Brevemente: Como acondicionar o seu café / Como guardar o seu café


[1] Ao contrário do que instintivamente podemos ser levados a pensar o termo expresso não tem o significado de rápido, mas sim o sentido de exprimir ou espremer. Expresso é uma bebida preparada à base de café, café este que é feito através da passagem de água quente (não fervida) sob alta pressão pelo café moído. O que explica o termo expresso portanto numa tradução mais contextual o seu nome poderia ser café espremido e por isto muitos preferem manter o original em Italiano usando o termo espresso ou café espresso.

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