Archive for Março 2016

A Memória de David Baldacci


«Uma obra magistral devido à velocidade da narrativa, à originalidade do herói e ao enredo empolgante. (…) Irresistível.» Washington Post


A Memória é um livro poderoso e surpreendente: a história de um homem dotado de uma memória perfeita e perseguido por um crime sangrento. Ele não se consegue esquecer de nada - mas há uma noite que ele gostaria de apagar para sempre da sua mente… Ou então descobrir finalmente quem destruiu o seu mundo.

«Uma obra magistral devido à velocidade da narrativa, à originalidade do herói e ao enredo empolgante. (…) Irresistível.» Washington Post

«Uma obra intensa que mostra um escritor no auge da sua maturidade.» Richmond Times



http://www.clubedoautor.pt/public/ClubeDoAutor/
David Baldacci nasceu em 1960, na Virgínia, onde reside atualmente. 


Exerceu advocacia durante nove anos em Washington, dedicando-se depois à escrita. Do seu currículo faz parte um impressionante número de bestsellers, entrando frequentemente no primeiro lugar da lista dos mais vendidos do New York Times. .

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Resultado Passatempo: O Pai de Anders Roslund & Stefan Thunberg









O blog Livro e Marcadores e a Editora Planeta agradecem as 227 participações. 

O(a) vencedor(a) foi:  





95 Ângela Manuela Lopes Semitela - Moimenta da Beira



Parabéns
A equipa do "Livros e Marcadores"

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Opinião: O Discípulo de Michael Hjorth, Hans Rosenfeldt






 

Numa Estocolmo em chamas, assolada por uma onda de calor, várias mulheres são encontradas brutalmente assassinadas.

Os assassinatos têm a marca de Edward Hinde, o assassino em série preso por Bergman há quinze anos, e que continua detido.

Sendo um incontestável profiler e perito em Hinde, Sebastian é reintegrado na equipa, e não demora muito a perceber que tem mais ligações com o caso do que pensava. Todas as vítimas estão diretamente ligadas a eles. E a sua filha pode estar em perigo.




A dupla Hjorth & Rosenfeldt somam e seguem. Mais uma aposta ganha! Depois de "Segredos Obscuros" a editora Suma de Letras traz-nos "O Discípulo", o segundo livro da série #Sebastian Bergman, na minha opinião um livro que consegue superar o anterior...


Várias mulheres aparecem brutalmente assassinadas. Em todas elas parece haver pontos comuns indiciando o trabalho meticuloso de um assassino em série.


No decurso da investigação encontram-se evidências da assinatura de Hinde, um assassino em série que Bergman prendeu há anos atrás e que despoletou a sua carreira e reconhecimento como profiler. O problema é que Hinde encontra-se preso, supostamente sem qualquer contato com o exterior. Estaremos perante um imitador? 


Que ligações haverá entre este caso e Bergman? Conseguirá a equipa de Riksmord lidar com o feitio peculiar de Bergman e encontrar o assassino?



Quando tomei conhecimento deste livro mal podia esperar por começar a ler. Gostei muito do anterior o que indiciava que esta seria uma boa leitura. E não me enganei.


Há várias coisas que saltam à vista neste livro. Há o tamanho! As 672 páginas podem parecer muitas, mas não …, vão desejar que tivesse mais, acreditem …! 


Há também a capa. Não sou diferente da maioria das pessoas, uma capa bem estruturada, coerente desperta-me a curiosidade.


E esta capa ... é uma Capa digna de se ver. Emana uma aura forte. 


Não são as cores! Até porque há uma tendência monocromática na capa. O azul é a cor que predomina. Também não são os elementos por si só! É o todo que combina na perfeição, é o efeito que cria no leitor! Tanto na capa anterior como nesta há um animal cuja nobreza no porte realça a mensagem de serenidade, de indiferença à exposição e aparente desajuste. Numa interpretação muito pessoal interpreto as imagens como o declínio simbolizado pela construção decadente e abandonada do cenário. E em oposição temos a beleza única de um animal selvagem com porte altivo, instintivo e com a sagacidade própria destes animais.

Já a capa do livro anterior tinha sido alvo de honestos elogios aqui no blog, e esta não fica atrás. Não é costume referir-me à capa de um livro, até porque pode indiciar superficialidade na análise. Mas neste caso não resisto. Chamo a atenção também para o detalhe, a simplicidade e eloquência da lombada. Adorei, os meus parabéns a Pedro Aires Pinto.
 
Quanto à história, achei-a muito bem
estruturada. O feitio de Bergman trabalha como um elemento que sobressai e ganha uma importância vital no desenrolar dos acontecimentos. É interessante como uma pessoa que analisa a mente humana possa ter tendências anti-sociais. É certo que existe todo um conjunto de factores e o seu passado que nos ajudam entender a sua atitude mas estas contradições, próprias do ser humano, emprestam realismo à história. Além do seu feitio temos a sua promiscuidade sexual, uma mistura de urgente necessidade física e fugaz conforto psicológico da partilha do corpo, ainda que anónimo, de outrem.


Mais uma vez Thomas Haraldsson tem um papel interessante no evoluir da história, é lhe atribuído a tarefa de trazer bom humor, coisa que faz diligentemente. Lembra-me a personagem de Mr. Bean, a ingenuidade que carrega, o seu egocentrismo e uma ambição peculiar são cruciais no seu papel.


Acho interessantes as questões que os autores deixam em aberto, não no "caso em investigação" em si, mas questões conexas com a evolução das relações entre as próprias personagens, que nos fazem querer ler já o terceiro livro, nos faz querer conhecer mais delas. Os autores jogam um jogo complexo (e perigoso) com a curiosidade do leitor, e este, a meu ver, é uma das razões que prendem o leitor desde as primeiras páginas.


Um livro extraordinário. Forte, impulsivo e hábil na criação de empatia. Agarra-nos desde as primeiras páginas. Adorei.

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Páginas de uma viagem de Paullina Simons


«Chloe mal tinha perdido a inocência, quando um misterioso desconhecido chamado Johnny Rainbow entra em cena e lhe dedica toda a sua atenção. A partir daí a história de Simons entra numa espiral de romance, violência, drama e segredos.»
NY Daily News.



Chloe está a poucas semanas de ir para a universidade quando embarca numa viagem pela Europa com o namorado e os seus dois melhores amigos. O destino é Barcelona, com a sua promessa de romance e mistérios, mas primeiro deverão fazer um périplo pelas históricas cidades da Europa de Leste para saldar uma velha dívida familiar.

Enquanto percorrem os desconhecidos enclaves do mundo póscomunista numa viagem de comboio, Chloe conhece um rapaz que vai para a guerra. Johnny tem uma guitarra, um sorriso contagioso e uma vida inteira de segredos.


O trajeto pelo velho continente converte-se numa perigosa viagem pelo lado obscuro do passado da Europa e de Johnny; uma jornada que ameaça destruir os vínculos que unem os quatro amigos de toda a vida.


De Riga a Trieste, passando por Treblinka, Chloe vai enfrentar os seus mais profundos desejos quando estes põem em risco o futuro que ela pensou que queria.


Para Chloe e Johnny só uma coisa é certa: seja qual for o destino, as suas vidas nunca mais voltarão a ser as mesmas.


 
PAULLINA SIMONS nasceu na União Soviética e migrou para os Estados Unidos com a família em criança. Viveu em Itália, Inglaterra, Kansas e Texas, atualmente vive em Nova Iorque com o marido e alguns dos seus filhos. 

Publicou nos Estados Unidos as suas memórias e o seu primeiro livro infantil. Em Portugal publicou com grande êxito a trilogia Tatiana & Alexandre. Páginas de uma viagem é o seu décimo segundo romance

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