Archive for Março 2017

A mulher oculta de Karin Slaughter


«Um suspense implacável e com um ritmo frenético, habitado por personagens conflituosas, que ganham vida para lá das páginas.
A mulher oculta é um romance abrasador de amor, perda e redenção.»


Maridos e esposas. Mães e filhas. O passado e o futuro.

Os segredos unem-nos e os segredos podem destruí-los.

A autora do famoso Flores cortadas regressa com um eletrizante thriller, muito complexo emocionalmente, e que submergirá o protagonista nas obscuras profundidades de um caso que pode destruí-lo.

A descoberta de um assassinato numa obra abandonada, conduz Will Trent e o Bureau de Investigação da Geórgia a um caso que se torna muito mais perigoso quando o cadáver é identificado como sendo o de um ex-polícia.
Depois de fazer a autópsia, Sara Linto, a nova forense do GBI e amante de Will, descobre que a grande quantidade de sangue encontrada não pertence à vítima. Decerto, um rasto de sangue que não encaixa na cena do crime, indica que há outra vítima, uma mulher que desapareceu… e, se não a encontrarem rapidamente, morrerá.

A cena do crime pertence ao habitante mais famoso da cidade: um atleta rico, poderoso e politicamente bem relacionado, protegido pelos advogados mais caros dos Estados Unidos, um homem que já se tinha livrado de um caso de violação, apesar dos esforços de Will para o prender. Mas o pior ainda está para vir. As provas ligam o passado turbulento de Will ao caso… e as consequências irão arrasar a sua vida com a força de um tornado, causando estragos a Will e a todos os que estão à sua volta, inclusive aos seus colegas, familiares, amigos e também aos suspeitos que persegue.


 

KARIN SLAUGHTER é uma das escritoras de suspense e ficção policial mais afamada e premiada do panorama literário atual. Mundialmente aclamada pela sua potência narrativa e consagrada pela sua constante presença na lista de best sellers do The New York Times. Dos seus quinze romances, traduzidos para 32 línguas, venderam-se mais de trinta milhões de exemplares em todo o mundo. Alcançou o número um da lista dos
livros mais vendidos do Reino Unido, Irlanda, Alemanha e Países Baixos, onde é a única autora que conseguiu ter oito títulos simultaneamente na lista de best sellers, incluindo o número um. A mulher oculta é o terceiro romance de Karin Slaughter que publicamos na HarperCollins Ibérica, depois dos grandes êxitos de Flores cortadas e Broken.

 

Deixo aqui as duas últimas opiniões de livros da Karin Slaughter publicados pela Harper Collins Ibérica (carreguem na imagem):

http://livrosemarcadores.blogspot.pt/2016/03/opiniao-flores-cortadas-de-karin.htmlhttp://livrosemarcadores.blogspot.pt/2016/12/opiniao-destrocada-de-karin-slaughter.html

 

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#12 Café - KeepCup Brew Cork Thyme (LifeStyle)


#12 Café - KeepCup Brew Cork Thyme 


Um blog é uma espécie de diário, um espaço onde me é permitido partilhar experiências pessoais fruto das minhas necessidades, motivações e desejos. Nessa linha partilho convosco mais esta minha viagem, esta minha procura e mostro-vos aqui como faço as minhas escolhas esperando com isto poder ajudar-vos na vossa escolha.

Sendo o café uma rotina mais que enraizada decidi tentar melhorar todos os elementos que fazem parte deste ritual, desde a preparação até à degustação. Hoje venho falar-vos sobre o copo que desde há uns tempos para cá me tem vindo a acompanhar: o KeepCup Brew.


  Opinião:



Face à imensa oferta no mercado, estabeleci à partida alguns pontos que para mim eram essenciais e que correspondessem às minhas necessidades. Defini, face à minha realidade, as características que considero essenciais.

A primeira que me veio à cabeça foi a necessidade de manter a temperatura do meu café durante algum tempo, se há coisa que detesto é beber café frio!

Outra característica: o copo ou caneca que escolhesse tinha que ter tampa. Sou desastrado e um pouco distraído por natureza e convenhamos os acidentes acontecem.

Obviamente que este aspecto se torna mais relevante quando pensava em levar e copo para o trabalho. O que me leva a outra característica que privilegiei: a estética!

Queria algo que fosse sóbrio, que não ficasse descontextualizado do meu meio. Algo que se adaptasse a um meio clássico e contemporâneo e tivesse a flexibilidade para andar atrás de mim nas deslocações profissionais que faço. Queria que tivesse linhas que sobressaíssem pela simplicidade e fossem minimalistas.

A transparência, apesar de não ser uma prioridade trouxe aquele toque "clean", aquela mensagem inconsciente de exposição de transparência (permitam-me o pleonasmo). No meio onde trabalho essa é uma característica essencial que traz proximidade entre os elementos e dinamismo à equipa.

Outra característica essencial está relacionada com a utilização! O copo, tendo como objectivo transportar uma bebida quente, teria que me ser permitido agarrar sem o constrangimento de me queimar. Lembro mais uma vez que sou desastrado e que não me admirava nada pegar inadvertidamente no copo e queimar-me!

O tamanho também era importante, eu bebo café preparado por vários métodos, seja espresso, aeropress, V60 ou Cafeteira Francesa. Por isso, neste caso, o tamanho é essencial. :)

Como podem constatar o KeepCup Brew preenche todos estes requisitos e oferece alguns mais!

A temperatura é mantida eficientemente. E para distraídos como eu a banda de cortiça foi uma solução interessante sem comprometer a estética do copo.

Como sabem, sendo nós um dos maiores produtores de cortiça, a cortiça tem características extraordinárias como ser natural, leve, versátil, impermeável, de grande resistência ao atrito, hipoalergénica, suave ao toque e acima de tudo um excelente isolante térmico.

De facto, utilizar a cortiça neste copo segue uma linha de preocupação ambiental inerente ao conceito de quem o produziu. A criação da  KeepCup visa a reutilização do copo combatendo a massiva utilização de copos descartáveis  que enchem os baldes do lixo e se têm vindo a proliferar nos centros urbanos. Houve, na concepção da KeepCup, uma preocupação ambiental que importa motivar e acarinhar.

O Keepcup Brew Cork é um copo livre de BPA, biodegradável e antibacteriano!
  
A tampa colorida dá um ar jovial ao conjunto.  Tem uma particularidade interessante: dispõe de uma patilha amovível que permite beber e resguardar a bebida sem necessidade de retirar a tampa por completo.

«inspirada na Roda de Aromas e Sabores do Café da SCAA – Speciality Coffee Association of America»

E estejam atentos pois vamos preparar um pequena surpresa para os nossos leitores.
   
a) Material e descrição

Copo: Vidro temperado e cortiça.
Tampa: «Polietileno de baixa densidade, patilha em polioretano termoplástico».



b) Conteúdo da caixa

A caixa traz um KeepCup.



c) Cores e tamanhos

Existem várias cores e tamanhos, deixo aqui algumas, e recomendo a visita ao site da Pegada Verde, empresa que comercializa a KeepCup em Portugal.






 Também recomendo que conheçam a coleção de produtos integral que a Pegada Verde dispõe aqui.




d) Dimensões, peso e capacidade
 
Dimensões: 8,9 x 8,9 x 12,7 cm
Peso: 272 g 
Capacidade: 340 ml (neste caso)



 e) Vídeo de apresentação do KeepCup



  
 
 

f) Onde podem ser adquiridos:

https://www.amazon.es/Envase-herm%C3%A9tico-inoxidable-Coffee-Gator/dp/B01GW3LSP4/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1477912000&sr=8-1&keywords=coffee%C2%B4gator
- Pode ser adquirido (em Portugal) na "Pegada Verde"  
- Preço actual do KeepCup Brew Cork Thyme  : 20,90€ (Mar 2017)



g) Sobre a empresa

KeepCup é uma empresa australiana com consciência ambiental que faz estes belos copos e nasceu da ideia de apresentar um copo que combatesse o desperdício e promovesse a reutilização.

http://www.pegada-verde.pt/index.php/A Pegada Verde é uma loja online portuguesa que comercializa produtos ecológicos criada em 2009. Sustentabilidade e design são dois dos conceitos inerentes à marca.

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A Tua Segunda Vida Começa Quando Percebes que Não Terás Outra de Raphaëlle Giordano

Camille tem tudo e parece estar feliz. Então, por que sente a felicidade escorregar-lhe por entre os dedos? Quando Claude, rotinólogo, se oferece para a ajudar, ela não hesita. Através de experiências surpreendentes e incríveis, Camille vai, passo a passo, transformando sua vida e começa a conquistar seus sonhos.
 
Rotinite aguda. É uma condição da alma que está a afectar cada vez mais pessoas no mundo, especialmente no Ocidente. Os sintomas são quase sempre os mesmos: falta de motivação, lentidão crónica, perda de direcção e sentido, dificuldade em ser feliz, apesar de uma riqueza de bens materiais, desencanto, fadiga...
 
E Sara, que sempre preferiu os livros às pessoas, naquela aldeia de pouca gente, mas de grande coração encontrará amizade, amor e emoções para viver: e finalmente será a verdadeira protagonista da sua vida.



Raphaëlle Giordano é coach de desenvolvimento e criatividade, pintora e autora. A Tua Segunda Vida Começa Quando Percebes Que Não Terás Outra é o seu primeiro romance.
 

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Opinião: O Predador da Noite de Chris Carter




 



Ele espia. Ele aguarda. Ele mata.
Ninguém está em segurança...

Um corpo não identificado, do sexo feminino, é trazido para a morgue. A causa da morte está longe de ser clara. O corpo não tem outras marcas, exceto o pormenor macabro de a boca e as partes íntimas terem sido costuradas. A autópsia revela, no entanto, outra descoberta chocante: o assassino deixou algo dentro do corpo da vítima! Algo tão aterrador que o detetive Robert Hunter, da Unidade Especial de Homicídios da Polícia de Los Angeles, é de imediato chamado para tomar conta do caso.


A investigação de Hunter acaba por se cruzar com a da sua colega Whitney Meyers, e torna-se claro para ambos que o criminoso é um impiedoso e perfecionista serial killer de mulheres, obcecado com os segredos do passado.
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De regresso à escrita eloquente de Chris Carter!


Este autor tem se revelado uma excelente companhia durante as minhas madrugadas, trocou-me muitas vezes os horários é certo … e deu também profundidade ás minhas olheiras … J  


Uma mulher foi assassinada … mas são as particularidades deste caso que colocam Robert Hunter e Garcia (Unidade Especial de Homicídios da Polícia de Los Angeles) no encalço do culpado: a vítima tem partes do seu corpo que foram literalmente costuradas de uma forma tosca após ter sido depositado lá dentro um objecto!


Os crimes, como tem vindo a ser hábito, são acompanhados de uma elaborada e complexa violência. Julgo que a descrição, ao contrário do que em outros autores, não tem o propósito de chocar. As descrições não são explícitas a esse ponto! E não invocam uma imagem imediata chocante. O que torna o livro acessível a um amplo público-alvo.


Quando leio um livro procuro encontrar determinados detalhes que marquem o autor, e depois tentar perceber como os gere ao longo dos seus livros. Um dos detalhes que me salta à vista é que por norma há uma preocupação do autor em revelar e oferecer uma “imagem olfactiva” da cena do crime. O cheiro é associado ao crime hediondo que estão a investigar. É como um preâmbulo da violência que nos vai narrar.

Outra particularidade que vejo no autor é o seu “sangue frio” para dispor das personagens! Da sua disposição para sacrificar “qualquer” personagem em prol da narrativa! Convenhamos, se queremos livros em que o “final feliz” é ponto assente, este não será o género literário que procuramos! 

Este hipotético “desprendimento” tem um retorno incomensurável para o leitor! É que quando se inicia uma cena não há garantias de nada. (Haverá algo melhor para um leitor?) O que para mim aumenta o valor de cada livro. Saber que à partida tudo vai ficar na mesma tira um pouco da adrenalina que o autor arduamente tenta incutir numa cena. 


Obviamente que me custa quando se perde uma personagem com quem tinha criado uma certa empatia. Mas se não fosse para ter emoção, para ter uma reacção com a leitura seguramente não escolhia a leitura de ficção como “Hobby”. Qual é o autor de ficção que aspira passar a sua história sem afectar o leitor? Sem que o provoque? Sem que o “acosse”? Essa é a verdadeira intenção da escrita: provocar reacções, provocar - o que à partida por parecer uma contradição - um diálogo de emoções e conexões.


Mais uma vez gostei de um livro de Chris Carter, e este está muito próximo do “O Carrasco do Medo”, o meu preferido dos 3. O autor mantém um elevado e consistente nível de qualidade, o que é difícil de conseguir! E consequentemente encontrou em mim um fiel seguidor da sua obra.


Quanto às personagens …

Robert representa o solitário herói apoiado pelo seu fiel escudeiro (Garcia), qual D. Quixote e Sancho Pança, mas não lutam contra fantasmas ou produtos da sua imaginação, lutam com uma realidade obscura encetada por mentes perturbadas.

Quando começo a achar que Robert Hunter consegue arranjar uma companhia à sua altura Chris Carter dá a volta ao enredo e surpreende-me com um desfecho que não tinha considerado… 

Obrigado Carter pela intensidade da sua escrita e pelo prazer de ler os seus livros.


Vamos para o quarto livro da série?












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