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Asas de Prata de Camilla Läckberg



Depois do grande sucesso internacional de Uma Gaiola de Ouro, chega mais um episódio da história de Faye: traição, redenção e solidariedade feminina num novo drama sobre a vingança.

Graças a um plano refinado e cruel, Faye deixou para atrás a traição e as humilhações sofridas pelo agora ex-marido Jack e parece ter assumido as rédeas da sua existência: é uma mulher independente, reconstruiu a sua vida num outro país e longe do seu passado, Jack está na prisão e a empresa que Faye fundou, Revenge (Vingança), está crescendo com sucesso.

Mas novos desafios correm o risco de quebrar a serenidade conquistada com muito esforço. De facto, o lançamento da marca Revenge nos Estados Unidos de América desperta uma séria ameaça e Faye é forçada a retornar a Estocolmo.


 
Nascida em 1974, Camilla Läckberg licenciou-se na Universidade de Economia de Gotemburgo antes de se mudar para Estocolmo, onde foi economista durante alguns anos. Contudo, um curso sobre escrita criativa de livros policiais despoletou uma mudança drástica de carreira. 

Foi considerada a escritora sueca do ano em 2004 e 2005, e os seus quatro primeiros livros atingiram o primeiro lugar no top de vendas da Suécia. Actualmente, a autora vive com os dois filhos em Estocolmo.


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Vem ai ... Asas de Prata


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O Pintor de Almas de Ildefonso Falcones

«Uma poderosa história de amor, paixão pela arte, revoltas sociais e vingança na Barcelona modernista..»


Barcelona, 1901. A cidade vive dias de grande agitação social. A miséria sombria dos mais desfavorecidos contrasta com a elegante opulência das grandes avenidas, onde começam a destacar-se alguns edifícios singulares, símbolo da chegada do modernismo.

Dalmau Sala, filho de um anarquista assassinado, é um jovem pintor que vive preso entre dois mundos. Por um lado, a sua família e Emma, a mulher que ama, são fortes defensoras da luta dos trabalhadores; homens e mulheres que não conhecem o medo ao exigir os direitos dos trabalhadores. Por outro lado, o seu emprego na oficina de cerâmica de Dom Manuel Bello, o seu mentor e um conservador burguês de fortes crenças católicas, aproxima-o de um ambiente em que prevalecem a riqueza e a inovação criativa.

Deste modo, seduzido pelas tentadoras ofertas de uma burguesia disposta a comprar o seu trabalho e a sua consciência, Dalmau terá de encontrar o verdadeiro caminho, como homem e como artista, e afastar-se das noites de vinho e drogas para descobrir o que realmente é importante para ele: os seus valores, a sua essência, o amor de uma mulher corajosa e lutadora e, acima de tudo, aquelas pinturas que brotam da sua imaginação e capturam, numa tela, as almas mais miseráveis que perambulam pelas ruas de uma cidade agitada pelo germe de rebelião.

Com O Pintor de Almas, Ildefonso Falcones oferece-nos a poderosa história de um tempo conturbado, ao mesmo tempo que narra uma trama emocionante, onde o amor, a paixão pela arte, a luta pelos ideais e a vingança combinam com mestria para recriar uma Barcelona, outrora sóbria e cinzenta, que agora caminha para um futuro brilhante, onde a cor e a esperança começam a espalhar-se pelas suas casas e ruas.


Ildefonso Falcones, autor natural de Barcelona, formado em Direito, seguiu uma antiga paixão: a da História. 

Das primeiras memórias de infância, em que encontrou refúgio na Catedral da cidade, à decisão de escrever um romance que revelasse a verdadeira origem daquele lugar de culto, o autor dedicou-se a uma intensa investigação sobre a sociedade catalã do século XIV. 

Da prosperidade da cidade às gentes que ali viviam e cruzavam, dos escravos aos artesãos, dos judeus à condição da mulher, o autor traça um fabuloso e vivo quadro da Barcelona medieval..
 

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A Última Carta de Cecelia Aher

«Quando o amor é eterno, há sempre algo mais para dizer.»


Faz sete anos que o marido de Holly Kennedy morreu - seis, desde que ela leu a sua última carta, na qual lhe pedia que encontrasse coragem para forjar uma nova vida.

Holly orgulha-se da forma como tem evoluído e crescido. Até que recebe a mensagem:

"Precisamos desesperadamente da sua ajuda, Holly. Estamos a ficar sem ideias e ... " - ela respira fundo, em busca de energia - "#todos nós estamos a ficar sem tempo."

Os membros do Clube P. S. Eu amo-te, inspirados nas últimas cartas do seu marido, Gerry, querem que Holly os ajude a escrever as suas próprias mensagens de despedida para os que lhes são queridos.

Holly vê-se atraída, de novo, para um mundo que se esforçou tanto por deixar para trás. Relutante, começa a relacionar-se com o clube, mesmo quando a amizade deles ameaça destruir a paz que ela acredita ter alcançado.

Porque cada uma dessas pessoas espera de Holly a ajuda para deixar algo significativo àqueles que mais ama, ela embarcará numa jornada notável que a desafiará a questionar se abraçar o futuro implicar trair o passado e o que significa amar alguém para sempre ...


Cecelia Ahern, depois de se licenciar em Jornalismo e Comunicação, escreveu este primeiro romance aos 21 anos. Foi um sucesso internacional sem precedentes, tendo sido levado ao grande ecrã, o que acrescentou ainda mais fãs a esta história de amor, que é um clássico dos nossos tempos.

Desde então, Cecelia publica, com grande sucesso, um romance por ano. Até ao momento, os seus livros venderam 25 milhões de exemplares, foram publicados em mais de 40 países, em 30 línguas. Só em Portugal, PS - Eu amo-te vendeu, até à data, mais de 57 000 exemplares, e mais de 1 milhão em todo o mundo.

Além de ser uma romancista amplamente premiada, Cecelia Ahern também cria projectos originais para televisão.

A última carta é a aguardada sequela de PS Eu amo-te.

www.cecelia-ahern.com

/CeceliaAhernofficial

@Cecelia_Ahern

@official_ceceliaahern.
 

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A Reclusa de Debra Jo Immergut

«Carregado de acção e inteligente, A Reclusa é uma reflexão íntima e emocionante sobre a liberdade e o risco, o poder masculino e feminino e os desejos de corrupção e redenção que habitam em todos nós.»


Miranda Greene planeia morrer em Maio de 1999 nas instalações do estabelecimento correccional de Milford Basin, Nova Iorque. Resta-lhe cumprir mais cinquenta e dois anos de prisão por assassinato em segundo grau, sem possibilidade de liberdade sob fiança, por um acidente estúpido que nem sequer foi ela a provocar. Mas, para além de ser julgada por um juiz duro, ela era filha de um ex-congressista. Miranda tenciona ir às consultas do psiquiatra da cadeia e guardar os comprimidos que este lhe ministra até ter a quantidade necessária para pôr fim à vida.

Frank Lundquist é psiquiatra e trabalha na prisão. Antes disso, tinha um consultório particular, de sucesso, em Manhattan e casara com a mulher que amava. Perdeu tudo por causa de um terrível acidente que não provocou, apesar de se sentir culpado.

Quando Frank vê Miranda pela primeira vez, reconhece-a de imediato. No entanto, o mesmo não acontece com Miranda. Tinham feito o secundário juntos e Frank passara anos completamente apaixonado por ela. Dentro dos muros da prisão, Miranda está desesperada, atormentada pelas lembranças de uma tragédia infantil, diante de um legado familiar de moral e decisões políticas duvidosas, e ainda tentando libertar-se do amor desastroso que levou à sua queda. E também está obstinadamente determinada a manter algum controlo sobre o seu destino. Frank tornar-se-á uma poderosa esperança de absolvição e, quem sabe, até de fuga...


Debra Jo Immergut

O romance de estreia de Debra Jo Immergut, A reclusa, foi vendido para mais de 12 países. Debra publicou um livro de ficção curta, Propriedade privada, e algumas histórias na American Short Fiction e na revista, em língua russa, Foreign Literature. Anteriormente, trabalhou como editora de uma revista, colaboradora frequente do Wall Street Journal e do Boston Globe e ensinou redação nas universidades de Iowa e Maryland, além de bibliotecas e prisões. Recebeu uma bolsa da Residência Artística MacDowell e uma bolsa da Residência Literária Michener e possui um Master of Fine Arts do Iowa Writer's Workshop.

www.debrajoimmergut.com.
 

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Uma Família Quase Normal de Mattias Edvardsson

«Com uma reviravolta chocante, este é um thriller jurídico intenso que consegue, com sucesso, ser realista e emocionante.»
Booklist

Stella é uma adolescente comum, de uma família honesta. O pai, Adam, é pastor da Igreja da Suécia, respeitado e de uma moral irrepreensível, casado com Ulrika, advogada de defesa.

Os Sandell são a família perfeita, até que Stella é acusada do assassinato brutal de um homem muito mais velho, Christopher Olsen. Mas que motivo poderia ela ter para conhecer um homem de negócios obscuro, quanto mais para o matar? Tudo deve não deve passar de um erro terrível.

Neste emocionante thriller, o magistral contador de histórias Mattias Edvardsson arquitecta uma teia na qual todos se envolvem e nada é o que parece. A história de um crime e a destruição de uma família é contada através de uma estrutura incomum de três partes que mantém o leitor a questionar tudo e todos. Tudo é virado do avesso à medida que a perspectiva muda, uma nova voz assume o controlo e novas sombras são lançadas na luz..


Mattias Edvardsson é escritor e professor na Suécia. 

O seu romance de suspense psicológico, 

Uma Família Quase Normal, publicado em mais de 30 línguas, é um grande sucesso de vendas e da crítica em todos os países onde já foi pulicado. Thriller recomendado pelo The New York Times.).
 

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Opinião: Mentiras Consentidas Série Sebastian Bergman - 6 de Hjorth e Rosenfeldt


 


O 6º VOLUME DA SAGA SEBASTIAN BERGMAN

Os dias de Sebastian Bergman na Unidade de Homicídios terminaram e agora passa o tempo a dar palestras e a escrever livros. Após os eventos do caso de "A menina silenciosa", não tem notícias da sua filha Vanja há meses e a única pessoa com quem tem contato esporádico é Úrsula.

Vanja também não está na Unidade: agora trabalha como investigadora criminal em Uppsala. Desde o mês passado, está a investigar uma série de agressões contra mulheres. Quando uma das vítimas morre, a Unidade de Homicídios assumirá o caso e, muito em breve, também Sebastian Bergman.

Reunida, a equipa deve deixar de lado os seus problemas pessoais e conflitos para capturar o violador brutal que continua a assustar Uppsala. Tudo fica complicado quando as pistas indicam que as vítimas não foram selecionadas aleatoriamente. Mas qual é a ligação entre elas?
 







Não sei se é da idade mas tenho reparado que há livros que resisto em acabar! 

Dá-me a impressão que inconscientemente (ou não) quero prolongar o prazer daquela leitura especial, e por isso obrigo-me a ler pausadamente, a beber cada palavra, gole a gole, saboreando as peculiares nuances que florescem aqui e ali. 

Se calhar a constatação que já poucos livros me podem surpreender e é melhor aproveitar os que têm esse condão... Foi seguramente o que aconteceu com este livro.

Os autores impelem uma dinâmica muito própria na sua escrita que de facto me é próxima. Não escondo que esta série se tornou para mim uma leitura de culto, uma leitura de que não prescindo.

Um conjunto de violações e a morte de uma das vítimas leva a que, uma vez mais, Sebastian se junte à equipa da Unidade de Homicídios, ainda que contra a vontade da maioria da equipa. Mas mesmo com a ajuda desta equipa não se vislumbra fácil encontrar o responsável! Se juntarmos a isto constrangimentos relacionados com passar o comando da investigação a Torkel... 

No meio da investigação Vanja está decidida em manter-se o mais afastada possível do seu pai biológico, e com o feitio e determinação da sua filha, Sebastian vai passar por momentos complicados que lhe exigirão muito mais esforço para tentar ultrapassar... Estão na mesa todos os ingredientes para que esta história não termine da melhor forma ...

Uma nota, mais uma vez sobre a capa, linda... Um toque de bom gosto que é transversal aos livros de toda a série, como não me canso de falar.



Quanto ao livro,

gostei da mecânica, uma vez mais. A vida pessoal das personagens principais frequentemente ultrapassam a própria história, foi este o caso mais uma vez. O que diz muito sobre a caracterização das personagens, sobre o elo que os autores conseguiram criar entre as personagens e o leitor, e sobre a verosimilhança que podemos encontrar nas mesmas.

Billy tem sido aquela personagem que teve uma evolução mais drástica, passou de menino de coro a ...,  Vanja está empenhada na sua relação com o namorado, e não pretende que Sebastian faça parte da sua vida. Torkel recuperou o interesse na sua vida pessoal dando-lhe mais foco. Ursula encontra-se a reavaliar o que pretende de si mesma na vertente pessoal. E por último, Sebastian, que está condenado a complicar a vida de toda a gente quer seja com ou sem intenção.

Há na história, como não podia deixar de ser, conflito quanto baste que alimenta e dirige a trama.

Como sempre os autores terminam o livro de uma forma inesperada, de uma forma que choca o leitor. Jogam com a dúvida, jogam com o inesperado, chocam com uma subtileza e frieza desarmante. É como se fosse uma assinatura de Hjorth & Rosenfeldt: há a investigação, há as relações entre a equipa e há o final do livro que de certeza te vai surpreender e te vai deixar ansioso pelo próximo livro.

Este, apesar de não ser o meu livro preferido da série é seguramente um bom livro, encerra uma história atractiva que eu recomendo e na minha opinião faz uma transição interessante naquela que pode vir a ser a nova dinâmica da série.

















Opinião: O Castigo dos Ignorantes de Hans Rosenfeldt, Michael Hjorth aqui
 
Opinião: Segredos 
Obscuros de Hans Rosenfeldt, Michael Hjorth (com QP) aqui

Opinião: O Discípulo de Michael Hjorth, Hans Rosenfeldt aqui




Opinião: O Homem Ausente de Hjorth & Rosenfeldt aqui



Opinião: A Menina Silenciosa Série Sebastian Bergman de Hjorth & Rosenfeldt aqui

 




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