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A Partir de Uma História Verdadeira de Delphine De Vigan


Um «thriller diabolicamente perverso. Vertiginoso mise-en-abyme psicanalítico.»


A história é contada na primeira pessoa, com Delphine, a narradora, como uma das duas personagens. 

Todos os nomes são de pessoas reais: o da autora/narradora, o dos filhos, do namorado… 

A história é aparentemente autobiográfica e, no entanto, torna-se a certa altura um jogo de espelhos, em que é difícil discernir entre realidade e ficção. Nada previsível, cheio de surpresas, com um suspense crescente (chega a ser atemorizante), mantém o leitor literalmente agarrado até ao fim(*). 

Delphine crê que a sua incapacidade de escrever terá coincidido com a entrada de L. na sua vida. L. é a mulher perfeita que Delphine gostaria de ser: muito bonita, impecavelmente cuidada, de uma grande sofisticação e inteligência. L. está também ligada à escrita - é escritora-fantasma. L. insinua-se lenta mas inexoravelmente na vida de Delphine: lê-lhe os pensamentos, adivinha-lhe os desejos e necessidades, termina-lhe as frases, torna-se totalmente indispensável - é a amiga ideal. 

Mas, aos poucos, sabemos que ela conseguiu isolar Delphine (afastando toda a gente), que lhe lê os diários, a correspondência, que se faz passar por ela! E quer demover Delphine de escrever o livro que esta está a preparar, obrigando-a a escrever a obra que ela (L.) quer: Introduz-se, assim, na vida da amiga de forma insidiosa, permanente, por fim violenta, controlando tudo. 

É aqui que há um volte-face na intriga - até aí muito perto do real - e uma possibilidade autobiográfica. O fim é maravilhosamente surpreendente.


 
Vive em Paris. Aplaudida pela crítica e consagrada pelo grande público, é autora de vários romances, entre os quais Nô e Eu, que venceu o Prémio dos Livreiros em 2008. Traduzido em mais de 25 países e adaptado ao cinema em 2010, ultrapassou, só em França, a marca dos 750 000 exemplares, sendo um dos romances mais lidos dos últimos anos. Com Rien ne s’oppose à la nuit, o seu último livro, Delphine de Vigan conquistou o prestigiado Prémio Romance Fnac, em 2011. Nô e Eu é o seu primeiro livro traduzido em Portugal.

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As Raparigas Esquecidas de Sarah Blaedel



«Sara Blædel é incrivelmente talentosa em manter o leitor preso ao livro mesmo quando este preferiria desviar o olhar nas cenas mais gráficas. Recomendado para fãs de Camilla Läckberg.» Library Journal


Numa floresta da Dinamarca, um guarda-florestal encontra o corpo de uma mulher. Marcada por uma cicatriz no rosto, a sua identificação deveria ser fácil, mas ninguém comunicou o seu desaparecimento e não existem registos acerca desta mulher.

Passam-se quatro dias e a agente da polícia Louise Rick, chefe do Departamento de Pessoas Desaparecidas, continua sem qualquer pista. É então que decide publicar uma fotografia da misteriosa mulher. Os resultados não tardam. Agnete Eskildsen telefona para Louise afirmando reconhecer a mulher da fotografia, identificando-a como sendo Lisemette, uma das «raparigas esquecidas» de Eliselund, antiga instituição estatal para doentes mentais onde trabalhara anos antes.


Mas, quando Louise consulta os arquivos de Eliselund, descobre segredos terríveis, e a investigação ganha contornos perturbadores à medida que novos crimes são cometidos na mesma floresta.

Através de uma narrativa envolvente, vertiginosa e de forte impacto emocional, Sara Blædel não deixa o leitor descansar enquanto não chegar ao fim do livro.


 
Sara Blaedel é conhecida como A Rainha Dinamarquesa do Thriller. Já vendeu 1,8 milhões de livros na Dinamarca, num universo de 5,6 milhões de habitantes. Foi distinguida por quatro vezes como a mais popular escritora dinamarquesa e, em 2015, ganhou o mais prestigiante e importante prémio literário atribuído a autores dinamarqueses: o De Gyldne Laurbaer.

Booktrailer



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A torre dos espinhos de Juliet Marillier



Para Blackthorn e Grim, o regresso à vida tranquila na pequena quinta à beira da Floresta dos Sonhos nunca poderia durar muito. Escassas semanas passaram desde que o mistério do Lago dos Sonhos foi resolvido e já um novo desafio paira no horizonte.

O príncipe de Dalriada recebeu um pedido de ajuda da parte de Geiléis, a Senhora de Bann, cujas terras medram sob a força de uma estranha maldição.

Uma criatura sem nome instalou-se na velha torre que se ergue numa ilha do rio Bann e, do nascer ao pôr-do-sol, os seus gritos incessantes impedem o gado de crescer, secam os campos e a vontade dos homens e instalam a semente da loucura nos espíritos mais sãos.

Cercada de espinhos venenosos, a misteriosa torre encerra um segredo secular. Caberá a Blackthorn e Grim mergulharem nas trevas de um amor impossível e libertarem o povo de Bann do coração tempestuoso de uma rainha do Povo Encantado.

Pelo meio, a curandeira e o seu companheiro terão de enfrentar o silêncio de quem sabe e atravessar uma teia de mentiras urdida ao longo de vários séculos.

Quem será o estranho habitante da Torre de Espinhos? Um homem, um monstro? Uma força destruidora ou apenas uma vítima? No fim, o amor será a única redenção.



 
Juliet Marillier nasceu na Nova Zelândia, em Dunedin, uma cidade com fortes raízes na tradição escocesa. Licenciou-se com distinção em Linguística e Música, na Universidade de Otago, e tem tido uma carreira variada que inclui o ensino, a interpretação musical e o trabalho em agências governamentais.

Actualmente, Juliet vive numa casa de campo centenária, perto do rio, em Perth, na Austrália, onde escreve a tempo inteiro.

É membro da ordem druídica OBOD. Partilha a sua casa com dois cães e um gato.

Juliet Marillier é uma autora internacionalmente reconhecida e os seus romances já conquistaram vários prémios.

Visite o sítio da autora em: www.julietmarillier.com

http://www.planeta.pt/

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A Casa da Morte de James Patterson e David Ellis




Uma casa com vista para o mar e um segredo mortal que teima em não ficar enterrado.

O n.º 7 da Ocean Drive é uma propriedade multimilionária nos Hamptons, com vista para o mar, onde o dinheiro e o estatuto social não conhecem limites. Mas a sua fachada em magnífico estilo gótico esconde um passado terrível: a casa foi palco de uma série de homicídios sádicos e brutais que nunca foram resolvidos. Conhecida como «A Casa da Morte», encontra-se agora abandonada, e os habitantes locais preferem passar à distância.

Um casal assassinado e segredos chocantes revelados

Quando um homem influente e poderoso e a sua amante são encontrados mortos naquela propriedade, a violência do local do crime choca a detetive Jenna Murphy. E o que a princípio parece ser um caso simples acaba por revelar tantos segredos chocantes como a própria Casa da Morte.

Só há uma escolha possível: a verdade ou a morte

À medida que mais cadáveres vão surgindo, Jenna descobre que os segredos que a Casa da Morte encerra remontam ao seu próprio passado. E antes que a fatídica casa faça mais uma vítima, a detetive percebe que terá de arriscar a própria vida para descobrir a verdade.
A Casa da Morte é um thriller arrepiante e de leitura compulsiva sobre homicídio e vingança, que não vai deixar o leitor indiferente ao estilo inconfundível de James Patterson, o autor n.º 1 em todo o mundo.


 
James Patterson já criou mais personagens inesquecíveis do que qualquer outro escritor da atualidade. É o autor dos policiais Alex Cross, os mais populares dos últimos vinte e cinco anos dentro do seu género. Entre os seus maiores bestsellers estão também as coleções Private: Agência Internacional de Investigação, The Women's Murder Club (O Clube das Investigadoras) e NYPD Red.

James Patterson é o autor que mais livros teve até hoje no topo da lista de bestsellers do New York Times, segundo o Guinness World Records. Desde que o seu primeiro romance venceu o Edgar Award, em 1977, os seus livros já venderam mais de 325 milhões de exemplares.

Patterson escreve também livros para leitores jovens e jovens adultos, entre os quais estão as séries Confissões, Maximum Ride, Escola, Eu Cómico e Jacky Ha-Ha. Em Portugal, James Patterson é publicado pela Topseller (adulto e jovem adulto) e pela Booksmile (juvenil).

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