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Uma Mente Perversa de Cris Carter


Ele matou silenciosamente durante décadas, até um simples acaso conduzir à sua captura

Um acidente numa zona rural leva à detenção inesperada de um homem por suspeita de duplo homicídio. Alegando ser vítima de um enorme labirinto de mentiras e enganos, ele só aceita falar com uma pessoa — o inspetor Robert Hunter.

Os interrogatórios começam, sem que alguém imaginasse que deles resultariam as mais surpreendentes e macabras descobertas — o homem detido é um assassino em série que sequestrou, torturou e mutilou impunemente pessoas em todo o país durante, pelo menos, vinte e cinco anos.

Mas a qualquer momento, pode voltar a matar...

Quando o assassino revela que nem todas as suas vítimas morreram, a investigação transforma-se numa autêntica corrida contra o tempo, em que cada minuto poderá ser fatal. E Robert Hunter é o único homem capaz de impedir novas mortes.

«Um assassino em série especialmente sádico, capaz de levar qualquer inspetor ao desespero, numa autêntica batalha do bem contra o mal… Uma leitura empolgante.» - Kirkus Reviews

A experiência profissional do autor, enquanto psicólogo criminal, confere à escrita um teor altamente realista.

Mais de três milhões de livros vendidos apenas na Alemanha!.


Nascido no Brasil, Chris Carter cedo se mudou para os Estados Unidos, onde se formou em Psicologia, com especialização em Comportamento Criminal, na Universidade de Michigan.

Foi psicólogo criminal durante vários anos, antes de se mudar para Los Angeles e depois para Londres, onde se tornou músico, tocando guitarra com artistas conhecidos, até que deixou tudo para se tornar escritor a tempo inteiro. Hoje, aplica na escrita a sua experiência de vários anos enquanto psicólogo criminal e já publicou dez volumes da série policial Robert Hunter, todos eles bestsellers internacionais.

Os seus livros já foram traduzidos para 20 línguas e são autênticos êxitos de vendas na Dinamarca e na Alemanha. Neste último país, Chris Carter já vendeu mais de três milhões de exemplares.

Saiba mais sobre o autor em: www.chriscarterbooks.com
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Opinião: A Escuridão Hidden Iceland - Livro 1 de Ragnar Jónasson

 



Abrangendo as ruas geladas de Reiquiavique, os fiordes isolados e as Terras Altas da Islândia, A Escuridão é o novo romance de um dos nomes mais entusiasmantes do policial nórdico atual.

Aos 64 anos, a inspetora Hulda Hermannsdóttir, da Polícia de Reiquiavique, está prestes a ser forçada a reformar-se, mas antes quer levar a cabo uma última investigação: Elena, uma jovem refugiada proveniente da Rússia, foi encontrada sem vida numa enseada rochosa em Vatnsleysuströnd, na Islândia.

Assim que começa a fazer perguntas, Hulda não demora muito a perceber que não pode confiar em ninguém. Elena não foi a única mulher a desaparecer naquela altura, e ninguém parece estar a contar a história toda. Quando os próprios colegas tentam pôr um travão na investigação, Hulda tem muito pouco tempo para desvendar a verdade, mas está determinada a descobrir quem é o assassino. Ainda que isso signifique colocar a própria vida em risco..





Reiquiavique, na Islândia, é o cenário que serve a história e me trás uma vontade enorme de visitar o pais. Elena, refugiada russa, foi encontrada morta. A investigação nunca teve a dedicação que deveria, e desde cedo se assumiu que se tratava de um suicídio. Mas quando Hulda, á beira da reforma, se dedica ao caso nos seus últimos dias da sua vida activa constata que há muito que ficou por investigar...

A história tem como personagem principal Hulda, inspectora da polícia de Reiquiavique. É antes de tudo uma personagem que encaixa no estereótipo que este género literário nos tem habituado. Assim temos uma inspectora solitária, trabalhadora, dedicada sem grande espaço para vida pessoal, sem família e de alguma forma hostilizado por os seus pares.


Há aqui uma mistura agridoce no que diz respeito aos seus pares! Se por um lado ela é marginalizada pelos homens, pelo facto de ser mulher e de alguma forma os faz sentir intimidados chegando a ser prejudicada profissionalmente, há por outro (aparentemente) um sentimento de admiração.


A personagem tem uma densidade interessante que junta bons argumentos para a tornar apelativa. Há aqui um peculiar sentido de justiça que nos traz alguns dilemas morais mas que justificam a sua prestação e as suas opções no desenvolvimento da personagem.


Quanto à forma da narrativa achei interessante como as histórias paralelas vão construindo o "backstory" da história principal. Como essas conexões são feitas e vão dando consistência e significado ao enredo no seu todo. Os capítulos pequenos trazem dinamismo e fluidez à leitura.


Quanto ao final, achei arrojada a opção do escritor e mais não digo para não comprometer a vossa leitura.


É um livro de leitura fácil que nos entretém e nos impele numa leitura rápida e prazerosa.



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A Escuridão Hidden Iceland - Livro 1 de Ragnar Jónasson

«Uma verdadeira obra-prima.»
Yrsa Sigurðardóttir




 
Abrangendo as ruas geladas de Reiquiavique, os fiordes isolados e as Terras Altas da Islândia, A Escuridão é o novo romance de um dos nomes mais entusiasmantes do policial nórdico atual.

Aos 64 anos, a inspetora Hulda Hermannsdóttir, da Polícia de Reiquiavique, está prestes a ser forçada a reformar-se, mas antes quer levar a cabo uma última investigação: Elena, uma jovem refugiada proveniente da Rússia, foi encontrada sem vida numa enseada rochosa em Vatnsleysuströnd, na Islândia.

Assim que começa a fazer perguntas, Hulda não demora muito a perceber que não pode confiar em ninguém. Elena não foi a única mulher a desaparecer naquela altura, e ninguém parece estar a contar a história toda. Quando os próprios colegas tentam pôr um travão na investigação, Hulda tem muito pouco tempo para desvendar a verdade, mas está determinada a descobrir quem é o assassino. Ainda que isso signifique colocar a própria vida em risco..


Ragnar Jónasson nasceu na Islândia e é um autor bestseller internacional publicado em 21 línguas espalhadas por 30 países, com amplo sucesso junto da crítica e dos seus pares.

Trabalhou em televisão e em rádio, inclusive como jornalista da Radiotelevisão Nacional da Islândia. Atualmente, trabalha como banqueiro de investimentos e é professor na Faculdade de Direito da Universidade de Reiquiavique.

Autor em ascensão na literatura policial internacional, Jónasson traduziu 14 livros de Agatha Christie para islandês e viu já vários dos seus contos serem publicados em revistas literárias alemãs, inglesas e islandesas.


Saiba mais sobre o autor em: www.ragnarjonasson.com 





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Opinião: O Pântano dos Sacrifícios de Susanne Jansson

 



Em tempos, realizavam-se oferendas humanas em pântanos.

Agora, há pessoas a desaparecer…

Crê-se que antigamente os pântanos eram usados como locais onde se realizavam sacrifícios humanos. Por serem pobres em oxigénio, estes terrenos atrasavam o processo de decomposição dos corpos, levando à sua preservação. Há por isso quem acredite que as almas lá enterradas não conseguem encontrar descanso, atraindo até si novas vítimas.

Nathalie Nordström é uma jovem bióloga que se desloca até a um pântano no norte da Suécia para realizar uma experiência de campo. Nathalie cresceu naquela zona, mas partiu quando uma terrível tragédia se abateu sobre a sua família.

Numa noite de tempestade, um mau pressentimento leva-a até ao pântano. Lá encontra um homem inconsciente, prestes a afundar-se. A polícia começa a investigar o caso e acaba por encontrar cadáveres ali enterrados.

Estará o pântano a reclamar mais sacrifícios, como alguns habitantes locais acreditam?.
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É um livro com uma mística muito peculiar. Este é o livro que serve perfeitamente quem gosta de um toque de sobrenatural. A autora tenta manter sempre um manto denso de nevoeiro sobre a história. 


A personagem central do livro é Nathalie, bióloga, uma jovem que regressa à sua terra natal sob o pretexto de estudar as características do pântano. No seu passado existem duas histórias trágicas que a atingiram no âmago e mudaram por completo a sua vida e que só serão reveladas mais para o final do enredo.


O pântano representa também ele um papel relevante, dir-se-ia uma personagem omnipresente em toda a trama, que evoca o misticismo, o mistério e mantém aquela névoa que convenientemente desfoca e coloca em dúvida o leitor. 

Para adensar a sua relevância, neste pântano havia sido encontrado um corpo de uma jovem da idade do ferro, corpo que ficou preservado devido à composição especial destes solos aquosos. Especula-se ainda que estes pântanos eram escolhidos para fazer sacrifícios humanos! Uma série de desaparecimentos mal explicados ao longo dos anos alimenta alguma especulação por parte de alguns dos habitantes.

Outra das personagens que acaba por contextualizar várias das personagens secundárias é Maya, fotógrafa artística e forense, que tenta descobrir numa primeira fase quem atacou Johannes, um jovem estudante, que caiu inanimado perto do pântano. Pelo caminho sente-se atraída pela inusitada história que acompanha aquele pântano. E no final vê-se em mãos com um mistério bem mais complexo e possivelmente mais perigoso do que previra.

Apesar de gostar mais de thrillers psicológicos que envolvam mistérios bem mais "terrenos" não pude deixar de sentir-me intimidado pela história o que me levou a mergulhar mais e mais na trama. Pensar na sua componente real ajudou desde logo a olhar a história sobre outra perspectiva bem mais propensa, receptiva e ser bem menos céptico. Para mim esse foi um trunfo muito bem explorado pela autora.

Convido e provoco o leitor a um mergulho nesta peculiar trama. ;)

Deixo aqui um link para quem goste desta temática e esta é concerteza uma das fontes (histórias) que serviu a história. "O mistério dos corpos de mais de 2 mil anos achados em pântanos da Dinamarca" Fonte: BBC Brasil http://www.bbc.com/portuguese/vert-tra-38102988
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