(#7 Café) Moinho de Café LORENZO da Gefu



#7 Moinho de Café Gefu

Nós, amantes de um excelente café, aspiramos alcançar a perfeição, o tal café perfeito, seja um espresso, café de uma cafeteira francesa ou numa das mais recentes inovações  do mundo do café - (a Aeropress), que já ganhou asserimos defensores lá em casa, diga-se em abono da verdade.

Para além dos cuidados com o café que passam pela frescura do mesmo, pelo local onde o guardam até ao recipiente utilizado para esse fim, é importante ter atenção com a fase seguinte: a preparação.

O cuidado com a preparação, obviamente, não deve ser descurado. Um dos passos mais importantes é a moagem, sobre a qual podem consultar num dos artigos que recentemente escrevi (aqui: #5 Moagens e moinhos ), e onde podem obter informação relevante na hora de escolher um moinho. 

Razão pela qual partilho aqui o meu primeiro moinho manual com algumas notas pessoais.
 
(Nota: Cada um dos links dá informação mais detalhada)

  Opinião:

Esta foi uma aposta pessoal que me seduziu desde logo pelo aspecto.

Gostaria de realçar o design do moinho, apresenta-se elegante com linhas que fazem lembrar um cone. Tem uma  tampa transparente que resguarda o café em grão durante a moagem.



O recipiente do moinho fez sensação na hora de utilizar por ser muito prático. Apresenta-se nivelado por uma espécie de dosagem conforme o número de cafés que pretendemos tirar e tem o aspecto de uma chávena de café. 

Forma bastante útil na altura de colocar o café moído na "máquina" do café. Aliás nota-se o cuidado que tiveram no seu design uma vez que é a medida exacta para colocar directamente no manipulo da máquina expresso.

Um dos pontos altos é a facilidade com que conseguimos alterar a grossura da moagem. Um circulo no topo do moinho disponibiliza 11 pontos de moagens, desde os mais finos aos mais grossos. 

A base, também ela preta, serve para estabilizar o moinho durante a moagem ou a suportar, embora eu a prefira retirar durante a moagem e encostar o moinho a mim para ter uma moagem mais rápida e controlada.

A manivela contem a referenciação dos graus de moagem e é tão consistente e sólida quanto parece! Quando comparada com outros moinhos similares revela várias vantagens, nomeadamente a facilidade com que se tira e se coloca na lateral evitando ocupar espaço desnecessário.

Reparei que as mós eram cónicas e de porcelana, o que abona em muito a seu favor.



Quanto ao uso: pelo que pude apurar nos últimos dias de uso mais intensivo é que cumpre o seu propósito convenientemente. 

Depois de alguns testes, de uma forma natural vamos encontrando a melhorar posição para moer. E depois de 3 ou 4 testes, rapidamente descobrimos a referência de moagem que mais nos agrada para o nosso método de fazer café habitual. 

O único detalhe que me suscitou alguma apreensão foi a rosca do recipiente do café, que pelo facto de não ser "completa" corre o risco de o café moído lá se depositar. Mas nada que coloque em causa a opinião favorável que fiquei do moinho.

Aqui está uma excelente prenda  de Natal que vai causar sensação.

   
a) Material e descrição

Lâminas em cerâmica, cónicas. Corpo do moinho em inox, plástico ABS e SAN.


b) Conteúdo da caixa

A caixa traz um moinho, uma base também ela negra e a tampa transparente que resguarda o café no momento de moagem.

c) Cores

Preto, metalizado e transparente.

d) Dimensões
 
Dimensões: 18 x 10 x 24 cm
Peso: 640 g

e) Vídeo de apresentação do moinho
 

 
f) Onde podem ser adquiridos:

https://www.amazon.es/Envase-herm%C3%A9tico-inoxidable-Coffee-Gator/dp/B01GW3LSP4/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1477912000&sr=8-1&keywords=coffee%C2%B4gator
- Pode ser adquirido (em Portugal) no "Artecook"  
- Preço actual do Moinho de Café LORENZO : 51,80 € (Nov 2016)



g) Sobre a empresa

A Gefu é a empresa alemã.

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Opinião: O Carrasco de Chris Carter


 



Imagine o seu pior medo… e depois conheça o seu pior pesadelo. Quando a Unidade Especial de Homicídios da Polícia de Los Angeles é enviada a uma pequena igreja da cidade, depara-se com um cenário no mínimo aterrador. 
O padre foi decapitado, o seu corpo dilacerado, e no seu peito lê-se ainda o número 3 desenhado a sangue. A violência é impiedosa e nada parece fazer grande sentido neste crime horrendo. 
Perante este quadro macabro, o detetive Robert Hunter e o seu parceiro acreditam que se trata de um crime ligado a algum ritual religioso. Mas a investigação parece não avançar e as respostas não surgem. E à medida que mais corpos e crimes são revelados, o pavor espalha-se por toda a cidade. 
O que une realmente estes crimes, para além do terror e brutalidade de todas as mortes resultarem dos seus maiores medos? Será este o maior desafio de Robert Hunter? E será que não ter respostas é o seu maior pesadelo?. .



O Carrasco do Medo é o segundo livro da série #Robert Hunter.




Um macabro assassinato ocorreu numa pacata igreja de Los Angeles. O corpo do pároco foi encontrado, decapitado e com sinais de extrema violência. 

A violência é tal que consegue afectar a experiente Unidade Especial de Homicídios! Os indícios levam a pensar em rituais satânicos ... mas a  realidade é muito mais cruel ...


Gostei muito deste livro, achei-o espantoso! 


Alerto para o nível de violência, que alcança elevados níveis, e que pode não ser adequado para públicos (e estômagos) mais sensíveis. Mas na minha opinião revela-se uma das mais-valias deste livro a par da imaginação, do cuidado com o detalhe e da coerência dos crimes. (Adorei.)


O foco, a inteligência e a determinação de Robert Hunter é outro dos argumentos fortes deste livro que habilmente Chris Carter manipula em prol de um evolução fluída e arrepiante da história. 


Robert é uma personagem rica, com uma percepção arguta da realidade que o envolve e ainda que viva uma vida pessoal solitária e tenha uma camaradagem com o seu colega a toda prova, fazendo lembrar algumas personagens que são referências literárias neste género.

Robert consegue destacar-se e distinguir-se pelas suas peculiaridades, os seus fantasmas e a sua personalidade. Reúne uma mistura de determinação, sensibilidade e acessibilidade que oferecem à história um atractivo digno de destaque.


Quando lemos muitos livros, por vezes ganhamos "resistências" ao efeito de determinados mecanismos da escrita, por se tornarem muitas vezes flagrantes quanto ao que a história nos vai oferecer. É muito gratificante quando um livro nos arranca um "... disto não estava à espera ...".

Mostra um trabalho árduo de constante inovação. O que convenhamos não é fácil num mundo tão competitivo como o da escrita.


Correndo o risco de me estar a repetir, este livro é mesmo muito bom e vai ser amplamente recomendado por mim nos próximos tempos.


Infelizmente não li "O Assassino do Crucifixo", ainda que não sentisse a falta de nenhuma informação na história decorrente do primeiro livro da série, devo confessar que fiquei muito curioso com esse livro. Espero ter oportunidade de ainda o vir a ler.








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