Desapareceram… de Haylen Beck


«Uma das melhores estreias literárias do ano. Recomendo vivamente.»
Harlan Coben, autor bestseller do New York Times
 
Para mais informações consulte o site da Editorial Presença aqui.


Audra anseia chegar à Califórnia.

Finalmente arranjou coragem para fugir do marido que a maltrata, podendo assim proporcionar a si e aos seus dois filhos um novo começo. Juntamente com Sean e Louise, atravessa o país, por estradas secundárias , discretamente e com toda a cautela para não chamar a atenção.


Quando um inquietante xerife a manda parar em pleno deserto do Arizona, Audra faz tudo para se manter calma e esconder o nervosismo. Tem mesmo de o fazer. Mas, ao revistar a carrinha de Audra, o xerife tira da bagageira um saco com marijuana que ela nunca tinha visto e o seu estado de nervos transforma -se em pânico.


Ela julga que aconteceu o pior.


Mas está enganada. O pior ainda está para vir.


Com um ritmo de tirar o fôlego e de um suspense implacável, Desapareceram... é um thriller perfeito sobre a luta de uma mulher contra o mal inimaginável para salvar o que há de mais importante na sua vida. Chocante até à última página..


 
Haylen Beck é o pseudónimo de Stuart Neville, um conhecido autor de romances policiais internacionalmente aclamado e premiado. Foi distinguido com o Los Angeles Times Book Prize pela série policial protagonizada por Serena Flanagan, cuja ação decorre em Belfast, e foi nomeado para o Edgard Award. As suas obras têm figurado nas listas dos melhores livros do ano de diversos jornais, como o New York Times, o Los Angeles Times e o Boston Globe. Os romances que assina como Haylen Beck decorrem nos EUA e são inspirados pela sua admiração pela ficção policial americana.

Desapareceram... tem direitos de tradução vendidos para publicação em diversas línguas, tendo os direitos cinematográficos sido adquiridos pela Random House Studio em conjunto com a Meridian Entertainment.

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A Próxima Vítima de Hakan Nesser

«Sager faz um excelente trabalho do início ao fim, deixando os leitores sem respostas até à reviravolta final. A nova voz do thriller psicológico.»
Kirkus Reviews
Sem pistas, sem suspeitos, sem solução à vista.

Quem será a próxima vítima?

Kaalbringen. Uma pequena cidade costeira na Suécia. Toda a gente se conhece. Toda a gente confia no seu vizinho.
À noite, ninguém fecha a porta de casa. Até que surgem, em rápida sucessão, dois cadáveres. Ambos os homens foram assassinados.
Ambos foram, ao que parece, atacados com a mesma arma: um machado. A polícia local está desesperada.

O inspetor Van Veeteren é chamado ao local, mas nem ele consegue uma solução imediata para o problema. O assassino, aparentemente, não cometeu erros. Quando um terceiro cadáver surge, todos redobram esforços, mas a informação disponível é praticamente nula. Van Veeteren e a polícia não sabem o que fazer. Já seguiram todas as ideias e investigaram todas as pistas, mesmo as mais vagas.

Apenas quando uma das agentes da polícia local desaparece, sem deixar rasto, é que Van Veeteren percebe que o assassino está a jogar um jogo. E que ele é o seu adversário. .


Håkan Nesser é um escritor sueco, autor de mais de 20 livros, sobretudo policiais, já traduzidos para 20 línguas.

A sua obra tem sido galardoada com vários prémios, entre os quais o Ripper (Melhor Ficção Policial Europeia), o Prémio da Academia Sueca de Literatura Policial e ainda o prémio Glass Key (Melhor Romance Policial da Escandinávia).



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A Única Filha de Anna Snoekstra

«Uma trama vertiginosa e repleta de reviravoltas que fará com que qualquer fã de thrillers não consiga parar de ler.»
Booklist
2003. Uma adolescente desaparece.

Rebecca Winter é uma rapariga de 16 anos que desfruta tranquilamente das suas férias de verão quando coisas estranhas começam a acontecer ao seu redor: encontra sangue na cama, apercebe-se de um vulto no quarto e sente-se constantemente observada.
Um dia, Rebecca desaparece sem deixar rasto.

Onze anos depois, alguém assume a sua vida.

Em 2014, para evitar ser presa, uma mulher muito parecida com Rebecca faz-se passar por ela, conseguindo convencer toda a gente.

Retoma, assim, a vida de Rebecca, mas rapidamente se apercebe de que a família e os amigos da rapariga desaparecida não são quem parecem ser.
E torna-se óbvio para ela que a pessoa responsável pelo desaparecimento de Rebecca ainda está à solta e que a sua vida corre perigo.

Conseguirá a impostora descobrir a verdade por detrás do passado de Rebecca e fugir ao mesmo trágico destino?

Um thriller intenso e misterioso sobre os piores segredos que procuramos esconder dos outros… e até de nós próprios.


Anna Snoekstra nasceu em Camberra, na Austrália, em 1988. Estudou Escrita Criativa e Cinema na Universidade de Melbourne, frequentando posteriormente o curso de Guionismo no Instituto Real de Tecnologia de Melbourne.

Após concluir o ensino superior, Anna Snoekstra começou a escrever guiões para filmes independentes e para peças de teatro, tendo escrito também uma série de contos que foram publicados e premiados.

A Única Filha é o seu primeiro romance, que já foi publicado em mais de dez países.

Atualmente, vive com o marido e o seu gato, dedicando-se à escrita a tempo inteiro.  
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A Boa Filha de Karin Slaughter






Duas meninas são obrigadas a entrar no bosque com uma pistola apontada.

Uma foge para salvar a vida. A outra fica para trás.


Há vinte e oito anos, um crime horrível sacudiu a feliz vida familiar de Charlotte e Samantha
Quinn. A sua mãe foi morta. O seu pai, um conhecido advogado de defesa de Pikeville, ficou prostrado de dor. A família desfez-se irremediavelmente, consumida pelos segredos daquela noite pavorosa.

Transcorridos vinte e oito anos, Charlie tornou-se advogada, seguindo os passos do pai. É a filha ideal. Mas quando a violência volta a aumentar em Pikeville e uma grande tragédia assola a localidade, Charlie vê-se imersa num pesadelo. Não só é a primeira pessoa a chegar à cena do crime, mas também o caso desperta as recordações que tentou manter à margem durante quase três décadas. Porque a surpreendente verdade sobre o acontecimento que destruiu a sua família não pode permanecer oculta para sempre.


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KARIN SLAUGHTER é uma das escritoras de suspense e ficção policial mais afamadas e galardoadas do panorama literário atual. Mundialmente aclamada pela sua potência narrativa e consagrada pelas suas repetidas aparições nas listas de best sellers do The New York Times.

Dos seus quinze romances, traduzidos para 32 línguas, venderam-se mais de 30 milhões de exemplares em todo o mundo. Convertida em fenómeno literário internacional, alcançou o número um da lista dos livros mais vendidos no Reino Unido, Irlanda, Alemanha e Países Baixos, onde é a única autora que conseguiu ter oito títulos simultaneamente na lista de best sellers, incluindo o número um.




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Vidas Finais - As Sobreviventes de Riley Sager

«Sager faz um excelente trabalho do início ao fim, deixando os leitores sem respostas até à reviravolta final. A nova voz do thriller psicológico.»
Kirkus Reviews
Para sobreviver a um assassino, é preciso ter um instinto assassino.

Há dez anos, Quincy Carpenter, uma estudante universitária, foi a única sobrevivente de uma terrível chacina numa cabana onde passava o fim de semana com amigos. A partir desse momento, começou a fazer parte de um grupo ao qual ninguém queria pertencer: as Últimas Vítimas. Desse grupo fazem também parte Lisa Milner, que perdeu nove amigas esfaqueadas na residência universitária onde vivia, e Samantha Boyd, que enfrentou um assassino no hotel onde trabalhava.

As três raparigas foram as únicas sobreviventes de três hediondos massacres e sempre se mantiveram afastadas, procurando superar os seus traumas. Mas, quando Lisa aparece morta na banheira de sua casa, Samantha procura Quincy e força-a a reviver o passado, que até ali permanecera recalcado.

Quincy percebe, então, que se quiser saber o verdadeiro motivo por que Samantha a procurou e, ao mesmo tempo, afastar a polícia e os jornalistas que não a deixam em paz, terá de se lembrar do que aconteceu na cabana, naquela noite traumática.
Mas recuperar a memória pode revelar muito mais do que ela gostaria.


Riley Sager (pseudónimo) é natural da Pensilvânia. Escreve e trabalha em edição e design gráfico.
Vidas Finais: As Sobreviventes é o seu primeiro thriller e foi um verdadeiro êxito, tendo sido publicado em mais de 18 países.


Além de escrever, Riley adora ler, ver filmes e cozinhar.


Atualmente, vive em Princeton, New Jersey.
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Não Digas Nada de Brad Parks

«O excelente thriller de Parks, premiado com o prémio Shamus, retrata de forma credível uma família sob stress severo. Os leitores não conseguirão parar de ler até terem todas as revelações.»
Publishers Weekly
Numa quarta-feira como outra qualquer, o juiz Scott Sampson está a preparar-se para ir buscar os filhos gémeos de seis anos para os levar à aula de natação. A sua mulher, Alison, envia-lhe uma mensagem: mudança de planos, ela tem de os levar ao médico. Assim sendo, Scott regressa para casa mais cedo. Mas quando, mais tarde, Alison chega, está sozinha - sem Sam, sem Emma - e nega ter conhecimento da mensagem...

O telefone toca: uma voz anónima diz-lhes que o juiz deve fazer exactamente o que lhe é dito num caso de tráfico de droga que está prestes a ser julgado. Se recusar, as consequências para as crianças serão terríveis.


Para Scott e Alison, a chamada do sequestrador é apenas o começo de uma tentativa tortuosa de chantagem, engano e terror. Não haverá nada que os detenha para recuperarem os seus filhos, não importa o custo...

Um romance intenso que explora o lado mais obscuro do Mal, pondo a nu as fragilidades da natureza humana perante a ameaça da perda mais dolorosa.


Brad Parks foi o único autor a ganhar o Shamus, o Nero, e o Lefty Awards, os três dos prémios mais prestigiantes da ficção de crime.

Trabalhou como jornalista para o The Washington Post e The Star-Ledger e vive nem Virgínia com a mulher e dois filhos.

Reconhecido autor de series de detetives, o seu primeiro livro que não pertence a nenhuma série, Say Nothnig, está a ser tão aplaudido como os seus sucessos anteriores.        .
 


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Menina Boa, Menina Má de Ali Land

 
Quando Annie, 15 anos, entrega a sua mãe à polícia espera um novo começo de vida —mas será podemos realmente escapar ao nosso passado?

A mãe de Annie é uma assassina em série.

Annie ama a sua mãe, mas a única maneira que tem de a fazer parar é entregá-la à polícia.

Com uma nova família de acolhimento e um novo nome —Milly—, espera um novo começo. Agora pode ser quem quer. Mas, com o julgamento da mãe à porta, os segredos do passado de Milly não vão deixá-la dormir…

Quando a tensão sobe, Milly vai ter de decidir: será uma menina boa? Ou uma menina má? Porque a mãe de Milly é uma assassina em série. E ela é sangue do seu sangue.
 


Ali Land, licenciada em Saúde Mental, trabalhou durante dez anos como enfermeira de saúde mental infantil e adolescente em hospitais e escolas do Reino Unido e Austrália. Agora, dedica-se a tempo inteiro à escrita e vive em Londres.

A estreia literária de Ali Land, Menina Boa, Menina Ma tem tido uma excelente recepção por parte do público e da critica nos parses onde já foi publicado, subindo aos primeiros postos das listas de mais vendidos. O livro será publicado em mais de 20 países.
 


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Opinião: Os Melhores Contos de Edgar Allan Poe



«Quem foi Edgar Allan Poe? Um bardo tocado pelos deuses ou nada mais do que um homem atormentado pela loucura e pobreza e que desapareceu misteriosamente nos últimos dias antes da sua morte?»



 


Quem foi Edgar Allan Poe? Um bardo tocado pelos deuses ou nada mais do que um homem atormentado pela loucura e pobreza e que desapareceu misteriosamente nos últimos dias antes da sua morte?

 As histórias que deixou para trás mostram como o seu génio literário não se detinha perante nada. Abriu novos caminhos de ficção e tornou-se assim pai de histórias de detetives, pioneiro na ficção científica, um mestre do suspense e horror.

 Reconhecido como uma das vozes mais influentes e inspiradoras do século XIX, a presente edição especial convida-o a apreciar 28 dos melhores contos do autor ilustrados por artistas nacionais, dando a conhecer o legado de Edgar Allan Poe a novas gerações.


Vou começar por contextualizar a minha relação com Edgar Allan Poe. Ao longo das minhas leituras tem sido uma referência incontornável quer por autores ou mesmo personagens. Uma referência clássica que muitos não prescindem. A pouco e pouco foi crescendo em mim uma vontade de ler, conhecer e quiçá partilhar o fascínio tão doutamente vertido nos livros da minha eleição por este autor. Mas o tempo não estica ... e a verdade é que antes de comprar um livro teria que despender tempo na pesquisa para escolher "o livro" ideal a comprar e face à quantidade de livros que regularmente me vai chegando e a gestão dessas leituras apresentava-se uma tarefa difícil.
Mas como tudo na vida: é quando menos esperamos que as oportunidades surgem e há que as agarrar com unhas e dentes. Neste caso a Saída de Emergência teve a amabilidade de me ceder um exemplar e assim proporcionar-me esse confronto com o autor.
Quando o livro chegou, uma das coisas que sobressaiu de imediato foi a capa. Uma encadernação majestosa e apelativa: capa dura e acabamentos a "ouro" fazem as delicias de qualquer ávido leitor. A dada altura, depois de olhar demoradamente para toda a simbologia da capa alguém jocosamente me disse: "Isso é um livro, tens que abrir para poder lê-lo!".
O livro é composto por uma colectânea de 28 contos deliciosos. Não são contos que se lêem de uma forma fluída, pelo menos não foi o meu caso. São contos que merecem uma leitura atenta pois o que estes contos transportam são mais que palavras, são mais do que entretenimento. Têm um valor intangível cujo potencial não convém desperdiçar.
Por norma recuso-me a sublinhar um livro, a não ser que seja de estudo, mas neste caso não me contive! Havia um manancial de informação, de passagens a que mais tarde queria voltar para reler, relembrar e poder vislumbrar de outra perspectiva com diferente bagagem.
Outro apelativo deste livro são as ilustrações o que o tornam único, são ilustrações oportunas de autores portugueses com um grande sentido de missão e olho atento no detalhe e que conseguiram, pelo que pude ver, ilustrar dignamente tão grandiosa obra. São 28 contos, cada um à sua maneira, confrontam o leitor com habilidade impar de escrita do autor. Cada um oferece um pouco do autor.  

Confesso que (ainda) não li todos os contos, não por desleixo mas por opção. Quero ler pausadamente, quero explorar dignamente cada texto, quero poder saboreá-lo sem pressas e com a disponibilidade intelectual que cada um exige.
A razão pela qual adianto uma opinião antes de terminado o livro é porque do (muito) que já li, os contos que tive oportunidade de explorar tiveram um grande impacto em mim e não poderia deixar de divulgar tão positiva experiência e recomendar o mesmo.
As minhas pesquisas sobre o autor revelaram uma juventude complicada marcada pela dor e perda. O abandono do pai e morte trágica da mãe empurram-no para a adopção, segue-se a morte da madastra e mais tarde da mulher. Situações que muitos acreditam estar por trás das referências sombrias nos seus textos. O álcool e o jogo trouxeram grandes dissabores e dificuldades, e revelaram-se a fuga de uma mente prodigiosa e ainda assim atormentada.

A história está repleta de grandes valores criativos da humanidade, desde a literatura até à musica, cujas vidas foram marcadas nefastamente por excessos mas que os levaram a fazerem obras impares que influenciam gerações atrás de gerações.
Diz-se de Edgar que foi um severo crítico literário o que lhe valeram alguns inimigos que o condicionaram pessoal e profissionalmente.
Casou com uma prima de 13 anos, Virginia, mentindo na idade da jovem para o casamento ser possível. Um casamento feliz segundo consta. Virgina morreu muito cedo com 25 anos com tuberculose. Um evento que o dilacerou. Estas vivências acabam por o perseguir na sua obra, nos seus contos. Por vezes aparentemente contraditórios.
Veja-se o caso do conto "Berenice" em que se reproduz o casamento de Egeu com sua prima Berenice, onde a doença é transversal às duas personagens e vários traços de paralelismo podem ser traçados com a vida do autor. Este é um conto que mostra a mistura perfeita entre suspense e uma leve pincelada de terror. O próprio contexto e a focalização do conto nestas duas personagens imprime à história uma conexão profunda e intima com o próprio autor.
Recorrente é a história trágica, difusa e misteriosa da morte de grandes nomes, Poe não foge à tradição, a sua morte está envolta num denso nevoeiro e a sua causa permanece um mistério mas há quem adiante como responsável o álcool, drogas. doença, suicídio entre outros...

Falando sobre alguns dos contos:

"William Wilson" é um conto engraçado sobre dois rapazes que se dão pelo mesmo nome, mas as semelhanças não se ficam só ai... A competição, a controvérsia, o constante atrito e divergência entre ambos leva a uma reflexão interessante de se na realidade não estivemos o tempo todo a falar de um só William Wilson. Delicioso ... "O Homem na multidão" invoca o poder e sentido de observação de Edgar Poe, os pequenos trechos das nossas vidas rotineiras escrutinados pelo autor.
Outro conto que gostaria de realçar é o incontornável "Os crimes na Rue Morgue", considerado por muitos o precursor dos policiais na literatura, onde vemos o arguto sentido da dedução em acção. A explicação do funcionamento de um jogo de cartas chamado "Whist" e todo o caminho narrativo preliminar até lá comprovam a grande capacidade de narrativa (e inteligência) do autor e deliciam uma vez mais o leitor. Não nos podemos esquecer, que Edgar Poe viveu em 1809-1849 e que mesmo assim estes contos continuam intemporais de uma qualidade literária invejável e intimidante.
Outros campos abordados e que influenciaram várias correntes literárias estão a cosmologia e a criptografia. Quanto a este último tema recomendo a leitura do conto: "Escaravelho de ouro".
Por último chamo a atenção para um texto introdutório da editora Safaa Dib que antecede a obra e para uma frase em particular que a meu ver condensa muito da imagem que tenho de Edgar Allan Poe: 
«A tentação para muitos críticos é encarar a sua produção literária como o produto de um espirito em tumulto, quando na verdade o controlo absoluto que detinha sobre a sua criação só poderia advir de uma mente lúcida.»

Tentei não desvendar muito do livro até porque o interessante é sermos deslumbrados na primeira pessoa.  
Recomendo a descoberta de cada um dos contos, a pesquisa sobre o mesmo e a possibilidade de ver com detalhe as ilustrações que acompanham o referido conto. 

Haja talento! :)

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