A Última Carta de Cecelia Aher

«Quando o amor é eterno, há sempre algo mais para dizer.»


Faz sete anos que o marido de Holly Kennedy morreu - seis, desde que ela leu a sua última carta, na qual lhe pedia que encontrasse coragem para forjar uma nova vida.

Holly orgulha-se da forma como tem evoluído e crescido. Até que recebe a mensagem:

"Precisamos desesperadamente da sua ajuda, Holly. Estamos a ficar sem ideias e ... " - ela respira fundo, em busca de energia - "#todos nós estamos a ficar sem tempo."

Os membros do Clube P. S. Eu amo-te, inspirados nas últimas cartas do seu marido, Gerry, querem que Holly os ajude a escrever as suas próprias mensagens de despedida para os que lhes são queridos.

Holly vê-se atraída, de novo, para um mundo que se esforçou tanto por deixar para trás. Relutante, começa a relacionar-se com o clube, mesmo quando a amizade deles ameaça destruir a paz que ela acredita ter alcançado.

Porque cada uma dessas pessoas espera de Holly a ajuda para deixar algo significativo àqueles que mais ama, ela embarcará numa jornada notável que a desafiará a questionar se abraçar o futuro implicar trair o passado e o que significa amar alguém para sempre ...


Cecelia Ahern, depois de se licenciar em Jornalismo e Comunicação, escreveu este primeiro romance aos 21 anos. Foi um sucesso internacional sem precedentes, tendo sido levado ao grande ecrã, o que acrescentou ainda mais fãs a esta história de amor, que é um clássico dos nossos tempos.

Desde então, Cecelia publica, com grande sucesso, um romance por ano. Até ao momento, os seus livros venderam 25 milhões de exemplares, foram publicados em mais de 40 países, em 30 línguas. Só em Portugal, PS - Eu amo-te vendeu, até à data, mais de 57 000 exemplares, e mais de 1 milhão em todo o mundo.

Além de ser uma romancista amplamente premiada, Cecelia Ahern também cria projectos originais para televisão.

A última carta é a aguardada sequela de PS Eu amo-te.

www.cecelia-ahern.com

/CeceliaAhernofficial

@Cecelia_Ahern

@official_ceceliaahern.
 

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A Reclusa de Debra Jo Immergut

«Carregado de acção e inteligente, A Reclusa é uma reflexão íntima e emocionante sobre a liberdade e o risco, o poder masculino e feminino e os desejos de corrupção e redenção que habitam em todos nós.»


Miranda Greene planeia morrer em Maio de 1999 nas instalações do estabelecimento correccional de Milford Basin, Nova Iorque. Resta-lhe cumprir mais cinquenta e dois anos de prisão por assassinato em segundo grau, sem possibilidade de liberdade sob fiança, por um acidente estúpido que nem sequer foi ela a provocar. Mas, para além de ser julgada por um juiz duro, ela era filha de um ex-congressista. Miranda tenciona ir às consultas do psiquiatra da cadeia e guardar os comprimidos que este lhe ministra até ter a quantidade necessária para pôr fim à vida.

Frank Lundquist é psiquiatra e trabalha na prisão. Antes disso, tinha um consultório particular, de sucesso, em Manhattan e casara com a mulher que amava. Perdeu tudo por causa de um terrível acidente que não provocou, apesar de se sentir culpado.

Quando Frank vê Miranda pela primeira vez, reconhece-a de imediato. No entanto, o mesmo não acontece com Miranda. Tinham feito o secundário juntos e Frank passara anos completamente apaixonado por ela. Dentro dos muros da prisão, Miranda está desesperada, atormentada pelas lembranças de uma tragédia infantil, diante de um legado familiar de moral e decisões políticas duvidosas, e ainda tentando libertar-se do amor desastroso que levou à sua queda. E também está obstinadamente determinada a manter algum controlo sobre o seu destino. Frank tornar-se-á uma poderosa esperança de absolvição e, quem sabe, até de fuga...


Debra Jo Immergut

O romance de estreia de Debra Jo Immergut, A reclusa, foi vendido para mais de 12 países. Debra publicou um livro de ficção curta, Propriedade privada, e algumas histórias na American Short Fiction e na revista, em língua russa, Foreign Literature. Anteriormente, trabalhou como editora de uma revista, colaboradora frequente do Wall Street Journal e do Boston Globe e ensinou redação nas universidades de Iowa e Maryland, além de bibliotecas e prisões. Recebeu uma bolsa da Residência Artística MacDowell e uma bolsa da Residência Literária Michener e possui um Master of Fine Arts do Iowa Writer's Workshop.

www.debrajoimmergut.com.
 

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Uma Família Quase Normal de Mattias Edvardsson

«Com uma reviravolta chocante, este é um thriller jurídico intenso que consegue, com sucesso, ser realista e emocionante.»
Booklist

Stella é uma adolescente comum, de uma família honesta. O pai, Adam, é pastor da Igreja da Suécia, respeitado e de uma moral irrepreensível, casado com Ulrika, advogada de defesa.

Os Sandell são a família perfeita, até que Stella é acusada do assassinato brutal de um homem muito mais velho, Christopher Olsen. Mas que motivo poderia ela ter para conhecer um homem de negócios obscuro, quanto mais para o matar? Tudo deve não deve passar de um erro terrível.

Neste emocionante thriller, o magistral contador de histórias Mattias Edvardsson arquitecta uma teia na qual todos se envolvem e nada é o que parece. A história de um crime e a destruição de uma família é contada através de uma estrutura incomum de três partes que mantém o leitor a questionar tudo e todos. Tudo é virado do avesso à medida que a perspectiva muda, uma nova voz assume o controlo e novas sombras são lançadas na luz..


Mattias Edvardsson é escritor e professor na Suécia. 

O seu romance de suspense psicológico, 

Uma Família Quase Normal, publicado em mais de 30 línguas, é um grande sucesso de vendas e da crítica em todos os países onde já foi pulicado. Thriller recomendado pelo The New York Times.).
 

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O Último Tudor The Plantagenet and Tudor Novels - Vol. XIV de Philippa Gregory


As lutas dinásticas e a ânsia pelo poder são magistralmente narradas pela mão da autora best-seller de romance histórico, reconhecida internacionalmente, que melhor conhece e descreve a vida na corte na época dos Tudor.


A história de Joana Grey, bisneta de Henrique VII e prima em segundo grau de Eduardo VI, que foi rainha por nove dias.

Acabou prisioneira na Torre de Londres e executada por alta traição.


Quando estava a morrer, Eduardo VI nomeou como sucessora a prima, em detrimento das meias-irmãs Maria e Isabel. Joana teve uma educação esmerada e reputação de ser uma das mulheres mais cultas da sua época.


Um drama de família que é narrado sempre do ponto de vista das mulheres da família envolvidas nesta época sangrenta da história de Inglaterra.


Como é habitual em Philippa Gregory, estamos perante um romance histórico rico em pormenores da corte e dos meandros políticos das famílias poderosas.


Escolhida pelo rei, Joana era de educação protestante, mais tarde foi considerada não só uma vítima como também uma mártir.


Três irmãs. Três vidas. Três formas de poder.


Usando o alto nascimento de Joana Grey, prima do rei Eduardo VI, o seu pai e os seus conspiradores convenceram-no a nomear Joana para o trono à frente da meia-irmã Maria.
Joana foi aclamada rainha e reinou nove dias.


Maria rapidamente reuniu um exército, reivindicou a coroa encarcerando a prima na Torre.


Quando Joana se recusou a trair a fé protestante, Maria mandou executá-la. Aí, percebeu que a ganância e luxúria do pai pelo poder é paga pelo seu martírio corajoso e trágico.


«Aprender a morrer» são as palavras que Joana escreve numa carta para a irmã, Katherine, que não tem intenção de morrer. Ela pretende desfrutar da sua beleza e juventude e encontrar o amor. Mas a linhagem torna-a uma ameaça para a insegura e infértil rainha Maria e, quando esta morre, para a irmã, a rainha Isabel, que nunca permitirá que Katherine se case e produza um potencial herdeiro real antes dela.


Então, quando o casamento secreto de Katherine é revelado pela sua gravidez, ela também vai para a Torre.


«Adeus, minha irmã», escreve Katherine para a irmã mais nova, Mary. Esta pensa que é fácil manter segredos, especialmente os seus, enquanto evita o olhar desconfiado de Isabel. Mary está consciente da posição perigosa como possível herdeira do trono, mas está determinada a comandar o seu destino..


 
Nascida no Quénia a 9 de Janeiro de 1954, esta famosa escritora de romances históricos, mudou-se para Bristol, Inglaterra, aos dois anos.

Formada em História pela Universidade de Sussex e doutorada em Literatura do Século XVIII pela Universidade de Edimburgo.


Além de escritora de romances, também escreve críticas para jornais britânicos e revistas. É também conhecida pelos programas de rádio e televisão.


Philippa vive com a família – o marido, dois filhos e enteados – numa quinta do Yorkshire, onde cria cavalos, galinhas e patos. Gosta de jardinagem, equitação e caminhadas. 


Também é activa em projectos de caridade e fundou o Gardens for the Gambia.

O seu período preferido da História é a Era Tudor, sobre o qual já escreveu vários romances, alguns adaptados para televisão e cinema.


Philippa Gregory também tem vários livros infantis publicados, além de romances com histórias modernas..


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O Dia do Assassínio de Annie Ward




Há sempre dois lados para a mesma história… e para cada pessoa.

Coisas que me assustam: Quando o Charlie chora. Quando o Ian bebe vodca na cave. Ou quando não acorda. Quando alguém mata miúdos numa escola.


Dezasseis anos de amor, aventura e suspeita acabam quando um telefonema histérico para o 112 pede ajuda à polícia, que se vai deparar com uma casa inundada de sangue.


A agente Diane. Varga está perto e aceita a incumbência de ir à casa e atender o pedido de socorro. Quando sabe que o sargento Shipps também está a caminho, fica muito aliviada, pois não sabe o que a espera.


Quando chega à casa vê um rasto de sangue e entra. Encontra um menino de três anos, Charlie, vivo e um corpo na cave. A mãe de Charlie, Maddie, e a amiga estão cobertas de hematomas e de sangue.


Seis semanas antes do assassínio, quando fazia terapia após um acidente horrível num acampamento, Madeline Wilson aos poucos começa a revelar o medo que sente do marido, Ian, segurança privado, e a preocupação com o bem-estar do filho e a sua amizade com um operacional da CIA.


Dos Balcãs a Inglaterra, do Iraque a Manhattan e, por fim, a uma família normal no Kansas, dezasseis anos de amor, aventura e suspeita culminam Em terror..»


 
É bacharel em Literatura Inglesa pela UCLA e tem um mestrado em Escrita de Argumentos pelo American Film Institute.

O seu primeiro guião, Strange Habit, com Adam Scott, foi seleccionado pelo Sundance Film Festival e vencedor do Grand Jury Award no Aspen Film Festival. Ganhou uma bolsa Fulbright Scholarship e An Escape to Create Artists. Mora no Kansas com a família

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A Fugitiva de Jessica Barry


O thriller de estreia da autora norte-americana foi vendido em mais de 17 países e já assegurou um contrato importante para uma versão cinematográfica em Hollywood.


Sobreviver a um acidente de avião é apenas o início para Allison.

A vida que construiu para si – o noivo perfeito e o mundo luxuoso de ambos – desapareceu num ápice. Agora tem de correr, não só para fugir dos segredos sombrios do passado mas também para despistar o homem que a persegue a cada passo.


No outro lado do país, a mãe de Allison desespera por notícias da filha, que se encontra desaparecida, dada como morta.


Maggie recusa-se a aceitar que possa ter perdido a única filha e está disposta a fazer tudo para descobrir a verdade.


Mãe e filha precisam lutar pela sobrevivência e encontrar uma saída através de uma tenebrosa teia de mentiras para voltarem a estar juntas, antes que seja tarde de mais…»


 
Jessica Barry é o pseudónimo de uma autora americana que vive e trabalha em Londres há quinze anos.

A Fugitiva, o seu thriller de estreia, foi vendido a mais de 17 países e já assegurou um contrato importante para uma versão cinematográfica em Hollywood.

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Nome de Código - Traição de Karen Cleveland


«Empolgante… uma narrativa repleta de adrenalina, que deixará os leitores
ansiosos por mais… Em parte thriller de conspiração, em parte história de uma paranóia, o mais recente livro de Cleveland explora a distância entre pais e filhos adolescentes, enquanto traça as linhas que uma patriota está disposta a atravessar para proteger a família.»
Publishers Weekly


E se a pessoa que mais ama… se tornar na pessoa a temer?

Uma mulher vê-se obrigada a confrontar o seu sentido do que é certo ou errado quando a pessoa que mais ama é acusada de um crime impensável.


Stephanie Maddox desempenha a sua função de sonho, a vigiar os poderosos e a denunciar a corrupção dentro do FBI. Para lá chegar, precisou de vinte anos de trabalho árduo, empenhamento e sacrifícios pessoais, o mais importante dos quais terá sido a ausência de um relacionamento próximo com Zachary, o filho adolescente.


Enquanto mãe solteira, Steph faltou a muitos eventos escolares e aniversários e nunca passou umas férias com o filho, e, contudo, seria capaz de mover o céu e a terra por ele, incluindo protegê-lo de um segredo explosivo do seu passado.


Nunca lhe ocorreu que Zachary poderia também ter os seus segredos.


Um dia, ao arrumar o quarto do filho, Steph fica abalada ao descobrir uma pistola escondida no guarda-fatos. Uma pistola carregada.


Alguém bate à porta, é um colega do departamento de combate ao terrorismo interno que pronuncia algumas palavras devastadoras: «Isto tem a ver com o Zachary.



 
Trabalhou para a CIA como analista.

Possui mestrados do Trinity College, de Dublin, onde estudou como bolseira Fulbright, e da Universidade de Harvard.


Vive no Norte do estado da Virgínia com o marido e os dois filhos pequenos.


Visite: karen-cleveland.com

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