Passatempo: Quarenta Dias Sem Sombra de Olivier Truc



A Editora Planeta em Parceria com o Blog Livros e Marcadores, oferece um exemplar do livro "Quarenta Dias Sem Sombra de Olivier Truc " a um dos participantes neste passatempo.

- Só são aceites participações de Portugal válidas (respostas correctas)
- Apenas uma participação por pessoa
- São aceites participações até dia 14 de Outubro de 2018.

 - A editora não se responsabiliza por eventuais extravios.
- Apenas são permitidas participações de pessoas que não tenham nenhuma relação "privilegiada" com a Editora Planeta



Nota: Os dados dos participantes serão guardados até o processo de apuramento e validação do vencedor. Após esse processo serão apagados e não terão qualquer outro fim.
 
Pode descobrir as respostas aqui 

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Quarenta Dias Sem Sombra de Olivier Truc

«Emocionante... Pormenores fascinantes, a fissura entre a polícia e os pastores de renas, intensificam o enredo em movimento rápido. Truc conta-nos uma parte obscura do mundo que poucos conhecem.»
Publisher's Weekly



Kautokeino, Lapónia Central, 10 de Janeiro. Noite polar, frio glacial. 

Amanhã o Sol, desaparecido há quarenta dias, vai renascer. Amanhã, entre as 11h14m e 11h41m, Klemet voltará a ser um homem, com uma sombra. Amanhã, o Centro Cultural vai expor um tambor de xamã oferecido por um companheiro de Paul-Émile Victor.

Mas o tambor é roubado durante a noite. As suspeitas irão desde os fundamentalistas protestantes aos independentistas samis. A morte de um criador de renas não contribui para melhorar a situação. 


A Lapónia, na aparência tão tranquila, vai revelar-se uma terra de conflitos, de cóleras e de mistérios. Klemet, o lapão, e Nina, a jovem colega de equipa, agentes de polícia das renas, lançam-se numa investigação frustrante. Mas, em Kautokeino, ninguém gosta de quem faz ondas. Ordenam-lhes que voltem às patrulhas de motoneve pela tundra e à pacificação das eternas querelas entre criadores de renas.

Os mistérios do 72.º tambor vão alcançá-los. Porque confiou, em 1939, um dos guias samis à expedição francesa aquele tambor? De que mensagem era portador? Que contam os joïks tradicionais que o velho tio de Klemet canta? Que vem fazer à aldeia aquele francês que gosta demasiado de raparigas muito novas e que parece conhecer tão bem a geologia da região? A quem se dirigem as orações da piedosa Berit? Que esconde a beleza selvagem de Aslak, que vive à margem do mundo moderno com a sua mulher meio louco?.


 
Olivier Truc é jornalista desde 1986, vive desde 1994 em Estocolmo, onde é correspondente do Le Monde e do Le Point.
Especialista nos países nórdicos e bálticos, é também documentarista. Autor da biografia L'Imposteur (Calmann-Lévy), Quarenta Dias Sem Sombra é o seu primeiro romance..

http://www.planeta.pt/

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A ordem do tempo de Carlo Rovelli


Li o livro anterior, em 2015, "As sete breve lições de Física"  que adorei. 
«Será um livro que recomendarei ao meu filho quando tenha solidificado a capacidade do pensamento abstracto para poder fomentar a discussão e testar o seu olhar sobre tudo o que nos rodeia.» 
 Pode ler a opinião completa aqui.

O que é o tempo e até que ponto o compreendemos? Temos uma existência no tempo ou o tempo existe dentro de nós? O que significa a ideia do «correr» do tempo? Estará o passado realmente fechado e o futuro tão em aberto como julgamos? E o tempo existe, de facto?

Numa abordagem luminosa e apaixonante, o físico Carlo Rovelli traz-nos um novo entendimento sobre o maior mistério da humanidade. Um mistério que diz respeito a todos nós, porque o experienciamos a todo o momento. O tempo.


Escrito com a vitalidade poética que imprimira anteriormente a Sete breves lições de física, este é o ensaio científico e filosófico que mudará para sempre a nossa relação com a vida e com o Universo, porque para compreender o tempo precisamos de reflectir sobre nós.


Combinando arte, filosofia e ciência, Carlo Rovelli transforma esta missão divulgadora sobre o mistério do tempo no maior dos prazeres, na mais bela das histórias..


Carlo Rovelli é físico teórico e membro do Instituto Universitário de França e da Academia Internacional de Filosofia e das Ciências. Trabalhou em Itália, Estados Unidos e França. Com vários livros publicados na área, Sete Breves Lições de Física trouxe-lhe a merecida admiração de académicos e leigos, conquistando mais de um milhão de leitores à volta do mundo.


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Opinião: A Mensagem na Garrafa de Jussi Adler-Olsen



 
Para mais informações consulte o site da Editorial Presença aqui.

Em Wick, nos confins da Escócia, dois irmãos, ainda crianças, acordam amarrados e amordaçados num barracão para embarcações junto ao mar. As amarras com que estão presos são impossíveis de romper. Mas talvez alguns dos objetos deixados por perto possam ajudá -los: uma garrafa e alcatrão para a selar, uma farpa de madeira e papel para escrever uma mensagem de socorro…

Anos depois, na divisão de casos arquivados da polícia em Copenhaga, o inspetor Carl Mørck recebe uma garrafa que contém uma mensagem velha e quebradiça, escrita com sangue por dois rapazes. Será real? Quem são eles e por que razão ninguém deu o alerta do seu desaparecimento? Estarão ainda vivos? 


Inicialmente, a investigação não parece dar frutos, mas rapidamente Carl e a sua equipa dão por si no encalço não só destas crianças, mas também de muitas outras: rapazes e raparigas desaparecidos e que nunca mais foram vistos.


E seguem o rasto de um assassino cruel incapaz de parar....
.








Fiquei literalmente colado à história desde as primeiras páginas.



Uma garrafa de vidro com uma mensagem remete-me para mistério, para um pedido de ajuda. Desperta de imediato a minha curiosidade juvenil, provavelmente pela ideia provençal que fui construindo, em tenra idade, de um naufrago abandonado à sua sorte numa qualquer ilha deserta cuja ultima esperança recai naquele simples objecto de vidro.

E foi assim que começou a minha aventura nas palavras de Jussi Adler-Olsen.

Ao Departamento Q, sob a responsabilidade do inspetor Carl Mørck, chega uma garrafa com uma mensagem escrita a sangue! Dois irmãos correm risco de vida e na mensagem descrevem o seu raptor. Um estranho e incompleto pedido de ajuda. A mensagem não é clara, o tempo encarregou-se de diluir as palavras. Será real ou uma partida? Será ainda oportuna a investigação passado tanto tempo?
No meio de tropeços a investigação avança e surgem indícios que aquele caso pode ser bem mais profundo e complexo do que o previsto...

As personagens:
Carl, como sempre é um personagem inusual! Aliás, para abono da verdade, deve dizer-se que todos os membros da equipa são sui generis.
Carl é um paxá por excelência, se pudesse passava a hora de expediente a dormitar e logo após regressava a casa. Mas nos momentos cruciais dedica-se afincadamente ao caso que tem entre mãos colocando a sua própria vida em risco. É divorciado e dá guarida a um colega que foi severamente ferido há uns anos atrás num caso (não muito claro) que ambos investigaram e que ainda hoje o assombra.

Assad, cuja nacionalidade está sempre a ser colocada em dúvida, é trabalhador, emigrante e com várias lacunas linguísticas. Tem um peculiar sentido de oportunidade e ficamos sempre na dúvida se quando lhe mandam uma indirecta ele de facto não entende ou se se faz desentendido. É forte, mas claramente guarda segredos que deixam o leitor a tecer várias teorias. Tem um sentido arguto e é diligente na investigação. Supostamente casado e com filhos.

Rose é outro dos membros. Foi descartada de outro departamento por conduta inadequada
e feitio não muito fácil... Mantém um temperamento muito peculiar mas não são raras as vezes que surpreende Carl. Neste livro aparece Yrsa, irmã de Rose, que a vem a substituir durante algum tempo e que trás algumas peripécias engraçadas ao enredo.

Gostei do livro, ri com os episódios bem humorados preconizados por Assad ou Carl e num especial que envolve a ex-sogra de Carl :).
A história torna-se mais real e credível quando envolve crianças e quando nos tentamos colocar no papel dos progenitores vivenciando a dor da incerteza.

A simplicidade do enredo ajuda e dinamiza a fluidez da leitura. Por vezes apreciaria um pouco mais de complexidade, mas nada que fira a qualidade do livro.
Essa cadência regular ilude o leitor uma vez que o desarma e nos momentos de tensão cria um impacto, a meu ver, mais forte.

Outra peculiaridade para mim foi o desfecho, as últimas páginas sobressaltaram-me e num sentido positivo! Pareceu-me que houve ali uma ténue alteração na mecânica da escrita do autor! É que num desfecho bem conseguido tudo vale e nem sempre tem que acabar tudo bem ...
 
Recomendo e estou curioso do que vem por ai no próximo livro.


Convido a ler também a opinião: O Guardião das Causas Perdidas 
e a opinião: Desejo de Vingança de Jussi Adler-Olsen 

Para mais informações consulte o site da Editorial Presença aqui.


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