O Dia do Assassínio de Annie Ward




Há sempre dois lados para a mesma história… e para cada pessoa.

Coisas que me assustam: Quando o Charlie chora. Quando o Ian bebe vodca na cave. Ou quando não acorda. Quando alguém mata miúdos numa escola.


Dezasseis anos de amor, aventura e suspeita acabam quando um telefonema histérico para o 112 pede ajuda à polícia, que se vai deparar com uma casa inundada de sangue.


A agente Diane. Varga está perto e aceita a incumbência de ir à casa e atender o pedido de socorro. Quando sabe que o sargento Shipps também está a caminho, fica muito aliviada, pois não sabe o que a espera.


Quando chega à casa vê um rasto de sangue e entra. Encontra um menino de três anos, Charlie, vivo e um corpo na cave. A mãe de Charlie, Maddie, e a amiga estão cobertas de hematomas e de sangue.


Seis semanas antes do assassínio, quando fazia terapia após um acidente horrível num acampamento, Madeline Wilson aos poucos começa a revelar o medo que sente do marido, Ian, segurança privado, e a preocupação com o bem-estar do filho e a sua amizade com um operacional da CIA.


Dos Balcãs a Inglaterra, do Iraque a Manhattan e, por fim, a uma família normal no Kansas, dezasseis anos de amor, aventura e suspeita culminam Em terror..»


 
É bacharel em Literatura Inglesa pela UCLA e tem um mestrado em Escrita de Argumentos pelo American Film Institute.

O seu primeiro guião, Strange Habit, com Adam Scott, foi seleccionado pelo Sundance Film Festival e vencedor do Grand Jury Award no Aspen Film Festival. Ganhou uma bolsa Fulbright Scholarship e An Escape to Create Artists. Mora no Kansas com a família

http://www.planeta.pt/

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